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Aparecem mais indícios sobre o Windows Core, o suposto futuro SO da Microsoft
Modf postou um tópico no fórum Geral
Com o Windows 10, a Microsoft criou uma plataforma que unificou diversas categorias de dispositivos. Mas a empresa quer ir mais longe e criar uma plataforma totalmente universal. Para isso conta com o Windows Core, que se sabe estar a ser desenvolvido em segredo. Agora surgiram novidades que comprovam que este sistema operativo está mesmo a ser desenvolvido. Há já algum tempo que se especula que a Microsoft terá em desenvolvimento o sucessor do Windows 10. Chamado de Windows Core, este irá poder ser usado em muitas mais plataformas das que hoje são usadas. O que está a ser preparado no Windows Core Mas mesmo com todos estes rumores, não tem surgido muito mais informação sobre o que este sistema irá trazer ou ser capaz de fazer. Uma das dúvidas estava na forma como este novo SO irá ser capaz de correr aplicações de 32 bits. Agora essa resposta pode ter surgido, de forma inocente, com uma atualização do Linkedin. O engenheiro Justin Jennings, da Microsoft, atualizou o seu perfil e lá constam muitos informações sobre este novo sistema e outras das suas funções. Do que é possível ver, este engenheiro da Microsoft esteve a trabalhar nesta área, em especial em containers de operação com base no OneCore. Ao mesmo tempo, a menção aos módulos OneCore inclui tanto o kernel como outros elementos do sistema operativo. O que mais está este engenheiro da Microsoft a fazer Esta descrição surge no seu perfil do Linkedin, nas atualizações recentes do seu perfil. Esta compatibilidade de aplicações Win32 com o WCOS (Windows Core OS) é referida na descrição das suas atividades. Nesse sentido, há ainda outras tarefas associadas ao Windows Core e à forma como este se interliga com os equipamentos. O Windows Core deverá chegar quando a Microsoft apresentar uma nova classe de dispositivos. Estes são esperados há já alguns anos, sem que nunca se tenham materializado ou tornado reais. Por isso, pode ser que agora esta nova versão passe a ser uma realidade. -
Modf alterou sua foto pessoal
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Aqui mostra o potencial do Windows utilizando 100 comandos. Muitas pessoas nem imagina o que pode fazer no seu sistema operativo e não é por acaso que o Windows é desde há muitos anos o mais tentacular e abrangente sistema operativo que temos no mundo. Para lhe mostrar um pouco da potencialidade do sistema operativo da Microsoft, renovamos a lista de comandos, com a ajuda dos nossos leitores no Grupo Arrebimba@Windows e mostramos o que cada um permite fazer. O Windows, embora seja muito gráfico, permite que com alguns comandos se executem tarefas, controlem serviços ou se vá directo para áreas que por vezes, na forma convencional, tem de se dar muitas voltas até lá chegar. Conhecer estes 100 comandos pode facilitar bastante, principalmente para quem gosta e necessita de usufruir de ferramentas poderosas existentes no Windows. Esta compilação de comandos agora apresentada baseia-se numa outra com 140 comandos, sendo que alguns deles já foram abandonados. Acerca do Windows (Ver a versão do Windows) = winver Adicionar ou remover programas = appwiz.cpl Ajuda e suporte = msinfo32 Assistente de câmara ou scanner = wiaacmgr Assistente de transferência de definições e de ficheiros = migwiz Assistente de transferência de ficheiros do Bluetooth = fsquirt Assistente para adicionar hardware = hdwwiz.cpl Calculadora = calc Centro de segurança do Windows = wscui.cpl Certificados = certmgr.msc Cliente Telnet = telnet Configuração de protocolo de Internet (apagar informações de DNS ) = ipconfig /flushdns Configuração de protocolo de Internet (“Liberta” IP (se atribuído por DHCP) de uma determinada interface) = ipconfig /release Configuração de protocolo de Internet (ver DNS ) = ipconfig /displaydns Configuração de protocolo de Internet (ver todas as informações ao nível da rede) = ipconfig /all Configuração de protocolo de Internet (Modificar DHCP Class ID) = ipconfig /setclassid Ver informações do IP = ipconfig Conjunto de políticas resultante (XP Prof) = rsop.msc Controladores de jogos = joy.cpl Definições da segurança local = secpol.msc Desliga o utilizador do Windows = logoff Editor de carácter privado = eudcedit Editor de registo = regedit Encerramento do Windows = shutdown Exibe uma lista de ficheiros e subpastas de uma pasta = dir Explorador do Windows = explorer Ferramenta de diagnóstico do Direct X = dxdiag Ferramenta de importação de livro de endereços = wabmig Ferramenta de remoção de software malicioso Microsoft Windows = mrt Ferramentas administrativas = control admintools Firewall do Windows = firewall.cpl Fontes = fonts Gestão de computadores = compmgmt.msc Gestão de discos = diskmgmt.msc Gestor de dispositivos = devmgmt.msc Gestor de partições do disco = diskpart Gestor de tarefas do Windows = taskmgr Gestor de utilitários = utilman Gestor de verificador de controladores = verifier Iexpress Wizard = iexpress Impressoras e faxes = control printers Infra-estrutura de gestão do Windows = wmimgmt.msc Itens a sincronizar = mobsync Ligação ao ambiente de trabalho remoto = mstsc Ligações de rede = ncpa.cpl / control netconnections Limpeza do disco = cleanmgr Linha de comandos = cmd Lista telefónica = rasphone Livro de endereços = wab Mapa de caracteres = charmap Marcador telefónico = dialer Microsoft Access (se instalado ) = access.cpl Microsoft Excel (se instalado ) = excel Microsoft Frontpage (se instalado ) = frontpg Microsoft Paint = mspaint Microsoft Powerpoint (se instalado ) = powerpnt Microsoft Word (se instalado ) = winword Notepad = notepad Opções de pastas = control folders Opções regionais e de idioma = intl.cpl Painel de controlo = control Paint = pbrush Pastas partilhadas = fsmgmt.msc Performance Monitor = perfmon Performance Monitor = perfmon.msc Phone and Modem Options = telephon.cpl Politica de grupo (XP Prof) = gpedit.msc Power Configuration = powercfg.cpl Propriedade de visualização = control color Propriedades da internet = inetcpl.cpl Propriedades de data e hora = timedate.cpl Propriedades de som e dispositivos de áudio = mmsys.cpl Propriedades de visualização = control desktop/desk.cpl Propriedades do rato = main.cpl / control mouse Propriedades do sistema = sysdm.cpl Propriedades do teclado = control keyboard Protecção de base de dados do Windows = syskey Protecção de ficheiros do Windows (analisar em cada arranque) sfc /scanboot Protecção de ficheiros do Windows (analisar no próximo arranque) = sfc /scanonce Protecção de ficheiros do Windows (analisar) = sfc /scannow Protecção de ficheiros do Windows (repor configuração de fábrica) = sfc /revert Quicktime (se instalado) = QuickTime.cpl Real Player (se instalado) = realplay Serviços = services.msc Serviços componentes = dcomcnfg Tarefas agendadas = control schedtasks Teclado de ecrã = osk Tipos de letra = control fonts Tweak UI (se instalado ) = tweakui Utilitário de configuração do sistema = msconfig Utilitário de rede do cliente de SQL Server = cliconfg Utilitário de verificação de ficheiros do sistema = sfc Utilitário de verificação do disco = chkdsk Utilizadores e grupos locais = lusrmgr.msc Verificação de assinatura do ficheiro = sigverif Visualizador de aplicações de java (se instalado) = javaws Visualizador de eventos = eventvwr.msc Windows Magnifier = magnify Windows Media Player = wmplayer Wordpad = write Certamente que muitos não saberão para que servem estas ferramentas, mas se explorarem um pouco, mesmo em artigos que o pplware lançou há uns anos, verão que podem ter funcionalidades que sempre “pediram” por elas e de facto elas existem desde sempre.
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É uma situação que não podemos evitar e muito menos prever com exactidão, mas o facto é que por vezes temos de lidar com um cartão de memória SD ou uma pen drive corrompido e torna-se premente tentar reparar de forma eficaz. Trata-se em boa verdade de uma situação que requer uma dose de paciência devido ao melindroso processo de recuperação, é certo, mas os resultados podem ser positivos e pode ser até possível recuperar/reparar aquela informação que julgávamos perdida. Neste artigo apresentamos várias formas para tentar recuperar um cartão de memória SD ou mesmo uma PEN drive. Lembramos e insistimos os nossos leitores que este artigo deve ser lido juntamente com uma grande dose de paciência, perseverança e resiliência. Alterar a letra da Drive atribuída Após ligar o cartão de memória ou a Pen Drive, o nosso sistema operativo não consegue atribuir uma letra ao nosso dispositivo. Neste caso, o mais lógico é tentarmos modificar a letra de drive que estava designada, provavelmente de forma incorrecta. Convém alertar que a tentativa de resolução aqui demonstrada que se segue se baseou no Windows 10. Assim, basta tentar seguir os seguintes passos: Ligue o dispositivo (cartão ou Pen) ao PC; No explorador do Windows clique com o botão direito do rato em ESTE PC e escolha a opção GERIR; Uma vez aberto o gestor clique em GESTÃO DE DISCOS que se encontra sobre o tópico de ARMAZENAMENTO; Uma vez aberta a GESTÃO DE DISCOS clique com o botão direito do rato por cima do dispositivo de armazenamento em questão e escolha a opção ALTERAR LETRA E CAMINHO DE UNIDADE; Na caixa de opções que se abriu clique em ALTERAR e do lado direito escolha a nova letra e no final confirme a mudança. TENHA EM ATENÇÃO o facto de não dever escolher uma letra que já esteja ocupada. E pronto, a partir daqui podemos ter resolvido um dos problemas com o nosso dispositivo de armazenamento externos em cartão de memória ou pen drive. Experimentar utilizar outro PC Esta é uma opção muito simples mas por vezes aquela que menos nos lembramos. Um dispositivo que não funciona no nosso PC pode perfeitamente funcionar noutro qualquer PC. É um paradoxo curioso mas faz parte da realidade informática. Se funcionar noutro PC que não o nosso torna-se mais simples de recuperar a informação. Voltar a instalar os drivers Existe uma elevada probabilidade de os drivers estarem na génese do nosso problema com o cartão de memória ou até com a pen drive. Neste caso, podemos tentar desinstalar os drivers do nosso PC e voltar a instalar para que tudo funcione correctamente. Vamos tentar reparar: No Explorador Windows clique em ESTE PC com o botão direito do rato. Clique em GERIR; Clique na listagem do lado direito em GESTOR DE DISPOSITIVOS; Agora clique duas vezes em UNIDADES DE DISCO; Seleccione a pen drive ou cartão de memória e com o botão direito do rato clique e escolha DESINSTALAR; De seguida remova o dispositivo em questão e reinicie a sua máquina; Agora volte a ligar o dispositivo em questão e o PC irá reconhecê-la e voltar a instalar. É provável que agora seja possível trabalhar com a pen ou cartão neste momento uma vez que este procedimento pode ter ajudado a reparar o nosso dispositivo. Recuperar o seu cartão SD ou pen drive através do Explorador do Windows Sim, é possível tentar recuperar um dispositivo defeituoso de armazenamento com o explorador do Windows, pelo que os passos muito simples e ao alcance de todos: No Explorador do Windows clique em ESTE PC e escolha a drive alegadamente corrupta; Com o botão direito do rato clique na drive em questão e escolha a opção FORMATAR; No menu apresentado escolher RESTAURAR PREDEFINIÇÕES DO DISPOSITIVO; De seguida, clique em INICIAR. Para um restauro óptimo do dispositivo recomenda-se desmarcar a FORMATAÇÃO RÁPIDA para que o utilitário possa ir analisando em profundidade para eventuais erros; Na seguinte caixa de texto marque OK uma vez que irá ser alertado para o facto de todos os dados serem eliminados. A partir daqui basta aguardar pelo tempo de formatação para podermos ficar com uma pen drive ou cartão de memória livre de erros e reparar com sucesso o nosso dispositivo. Reparar um cartão de memória SD ou pen drive a partir da linha de comandos A linha de comandos, também conhecida por CMD, pode ser um meio útil para conseguirmos recuperar um dispositivo de armazenamento que esteja corrupto ou de inviável utilização. Com alguns comandos poderemos tentar forçar uma reparação. Vejamos como: Ligue a Pen drive ou o cartão de memória ao seu PC; No Windows 10, clique na lupa da barra de sistema e escreva CMD carregando ENTER de seguida; Noutras versões do Windows , no menu de sistema utilize a opção EXECUTAR; Uma vez aberta a janela da linha de comandos escreva DISKPART e carregue em ENTER; Uma vez carregada a aplicação, escreva novo comando: LIST DISK e carregue em ENTER. Aparecerá uma lista com todos os dispositivos de armazenamento conectados no PC, incluindo o disco rígido; Escreva agora o comando SELECT DISK <número do disco>, por exemplo SELECT DISK 2. ATENÇÃO: OS UTILIZADORES DEVEM ASSEGURAR-SE QUE ESCOLHEM O NÚMERO DO DISCO CORRESPONDENTE CORRECTO UMA VEZ QUE PODERÃO ESCOLHER DE FORMA EQUIVOCADA O DISCO RÍGIDO E FORMATÁ-LO DE FORMA IRREMEDIÁVEL; Uma vez seleccionado o disco conforme o ponto anterior escreva CLEAN e carregue em ENTER; Escreva agora o comando CREATE PARTITION PRIMARY e carregue em ENTER; Escreva agora ACTIVE e carregue em ENTER; Escreva SELECT PARTITION 1 E por fim escreva o último comando FORMAT FS=FAT32 e carregue em ENTER. A partir de agora é aguardar que o dispositivo seja formatado. Para quem preferir o sistema NTFS, com suporte a ficheiros superiores a 4 GB basta alterar este último comando para NTFS em vez de FAT32. MUITO IMPORTANTE: Em todo este processo NUNCA FECHE A JANELA DA LINHA DE COMANDOS. Outras alternativas de recuperação de uma Pen Drive ou cartão de memória SD Claro que existe sempre o meio do software terceiro para tentar recuperar seja uma Pen seja um cartão de memória ou até mesmo um disco. E os nossos leitores, conhecem outros meios/softwares para tentar recuperar este tipo de dispositivo aqui abordado?
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Proteja-se e faça cópias de segurança dos drivers do Windows 10
Modf respondeu ao tópico de Modf em Windows
Para adicionar drivers a uma imagem offline usando o DISM 1- Em um prompt de comando elevado, recupere o nome ou o número do índice da imagem que você deseja modificar. Por exemplo, digite: Dism /Get-ImageInfo /ImageFile:C:\test\images\install.wim Para a maioria das operações que especificam um arquivo WIM, é necessário um valor de índice ou nome. Para um arquivo VHD, você deve especificar /Index:1. 2- Monte a imagem offline do Windows. Por exemplo, digite: Dism /Mount-Image /ImageFile:C:\test\images\install.wim /Name:"Windows Drive" /MountDir:C:\test\offline 3- Adicione um driver à imagem. Dism /Image:C:\test\offline /Add-Driver /Driver:C:\drivers\mydriver.inf Para instalar todos os drivers de uma pasta e todas as suas subpastas, aponte para a pasta e use a opção /Recurse. Dism /Image:C:\test\offline /Add-Driver /Driver:c:\drivers /Recurse Aviso Embora /Recurse possa ser útil, é fácil "inchar" sua imagem com ele. Alguns pacotes de driver incluem vários pacotes de drivers .inf, que geralmente compartilham arquivos de carga da mesma pasta. Durante a instalação, cada pacote de driver .inf é expandido em uma pasta separada, cada uma com uma cópia dos arquivos de carga. Vimos casos em que um driver popular em uma pasta de 900 MB adicionava 10 GB a imagens quando adicionado com a opção /Recurse. Para instalar um driver não assinado, use /ForceUnsigned para substituir o requisito de assinatura digital para drivers instalados em computadores baseados em x64. Dism /Image:C:\test\offline /Add-Driver /Driver:C:\drivers\mydriver.inf /ForceUnsigned 4- Examine a lista de arquivos de drivers de terceiros (.inf) na imagem do Windows. Os drivers adicionados à imagem do Windows são chamados de Oem*.inf. Isso garante nomes exclusivos para os novos drivers adicionados ao computador. Por exemplo, os arquivos MyDriver1.inf e MyDriver2.inf são renomeados como Oem0.inf e Oem1.inf. Dism /Image:C:\test\offline /Get-Drivers 5- Confirme as alterações e desmonte a imagem. Dism /Unmount-Image /MountDir:C:\test\offline /Commit Para remover drivers de uma imagem offline usando o DISM 1- Em um prompt de comando elevado, recupere o nome ou o número do índice da imagem que você deseja modificar. Dism /Get-ImageInfo /ImageFile:C:\test\images\install.wim Para a maioria das operações que especificam um arquivo WIM, é necessário um valor de índice ou nome. Para um arquivo VHD, você deve especificar /Index:1. 2- Monte a imagem offline do Windows. Por exemplo: Dism /Mount-Image /ImageFile:C:\test\images\install.wim /Name:"Windows 10 Home" /MountDir:C:\test\offline 3- Remova um driver específico da imagem. É possível remover vários drivers em uma única linha de comando. Dism /Image:C:\test\offline /Remove-Driver /Driver:OEM1.inf /Driver:OEM2.inf Aviso Ao remover um pacote de drivers cruciais para inicialização, a imagem offline do Windows pode deixar de ser inicializável. Para saber mais, veja Opções de linha de comando de manutenção de drivers do DISM. 4- Confirme as alterações e desmonte a imagem. Dism /Unmount-Image /MountDir:C:\test\offline /Commit -
Proteja-se e faça cópias de segurança dos drivers do Windows 10
Modf postou um tópico no fórum Windows
Os drivers são um dos elementos chaves em qualquer sistema operativo. São eles que fazem a ponte entre o hardware, o SO e as aplicações. Uma das formas de se proteger e não ter de estar recorrentemente a instalar os drivers no Windows 10 é com recurso a cópias de segurança. E existe uma forma de o fazerem com apenas um simples comando no DOS, vamos conhecê-la. Sempre que fazem uma reinstalação do Windows 10, ou uma simples reposição deste sistema, têm de passar pelo chato e moroso processo de reinstalação dos drivers. Este até pode ser simples se os tiverem convosco, mas caso tenham de os procurar, então esta tarefa complica-se. Mas este processo pode ter acabado se recorrerem a um simples comando do DOS. Com o DISM.exe podem salvaguardar e repor os drivers em qualquer altura e sem qualquer trabalho. Como criar uma cópia de segurança dos drivers do Windows 10 O primeiro passo lógico é criarem uma pasta para guardarem os drivers que vão exportar. Coloquem-na directamente numa pen USB ou na raiz do vosso disco, para depois a copiarem e guardarem. dism /online /export-driver /destination:E:\DRIVERS De seguida só precisam de correr o comando que apresentamos acima, numa janela de DOS com permissões de administrador. Alterem a parte final do comando para a localização onde querem, tendo o cuidado de escolher um nome sem espaços. Deixem o processo correr e no final será mostrada uma mensagem de sucesso. A partir desse momento podem copiar a pasta criada para uma pen que vão guardar até necessitarem de repor os drivers no Windows 10. Como repor uma cópia de segurança dos drivers no Windows 10 O processo de reposição destes drivers deve ser feito numa máquina acabada de instalar e que estejam a querer preparar para uma utilização no dia-a-dia. Basta abrirem uma janela de DOS com permissões de administrador e executar o comando abaixo. Lembrem-se de adaptar o caminho, que neste caso está na pasta DRIVERS na drive E. dism /online /Add-Driver /Driver:E:\DRIVERS /Recurse Também neste passo será mostrada uma mensagem no final a indicar o êxito do processo. Aproveitem e reiniciem a vossa máquina para que o processo termine. Esta é a forma mais simples e rápida de guardarem os drivers do vosso Windows 10 sempre que quiserem fazer uma reinstalação do sistema. Basta fazer uma cópia de segurança e a posterior reposição, sem terem de os ir procurar à página do fabricante ou a outro qualquer recanto da Internet. É também a prova de que não precisam de aplicações de terceiros ou de outros para conseguirem fazer uma gestão correcta e simples do Windows. No entanto, toda vez que você tentar o comando, receberá um erro: 50 "Este comando só pode ser usado com uma imagem off-line". No entanto, após a reinstalação do Windows 10, é provável que você só precise instalar alguns drivers, pois o sistema operacional detectará a maioria deles automaticamente (mesmo sem verificar atualizações), portanto, você poderá instalar os drivers restantes usando o Gerenciador de dispositivos. Para restaurar os drivers manualmente no Windows 10, faça o seguinte: 1- Use a tecla Windows + X para abrir o menu Usuário avançado e selecione Gerenciador de dispositivos. 2- Selecione e expanda o dispositivo que você deseja instalar o driver. Se o dispositivo não tiver nenhum driver instalado, ele será realçado como um dispositivo desconhecido. 3- Clique com o botão direito do mouse no dispositivo e selecione Atualizar driver. 4- Clique em Browse my computer para driver software. 5- Clique no botão Procurar, localize e abra a pasta com o backup de todos os seus drivers. 6- Certifique-se de marcar a opção Incluir subpastas. 7- Clique em Avançar para permitir que o Windows 10 encontre e instale os drivers corretos. 8- Clique em Fechar para concluir a tarefa. Você pode repetir as mesmas etapas para instalar qualquer dispositivo restante sem um driver. Embora o sistema operacional possa detectar diversos drivers de dispositivos, esse guia é particularmente útil quando o Windows 10 não detecta seu adaptador de rede ou dispositivos mais antigos não são mais compatíveis, mas os drivers anteriores ainda funcionam. -
O Windows, em especial o Windows 10, é um dos sistemas operativos mais evoluídos da actualidade. Muitas foram as novidades ao nível das funcionalidades e também ao nível da interface mas a verdade é que continuam a existir funções que dificultam a interacção com o utilizador. Se considera que configurar um endereço IP no Windows via interface gráfica continua a ser uma tarefa chata, então aprenda como fazer essa configuração via linha de comandos. A linha de comandos do Windows não é tão poderosa como a Bash (que agora até existe no Windows) mas dá para ver e configurar algumas coisas. Hoje vamos ensinar alguns comandos que nos permitem, de uma forma simples e rápida, ver as configurações ao nível da rede e também configurar as interfaces de rede. Para tal abra a linha de comandos em modo admin. Ver configurações de rede Para ver todas as configurações de rede basta que use o comando: netsh interface ipv4 show config Configurar um endereço de rede Para configurar um endereço de rede, numa determinada Interface, é necessário saber o nome da mesma. O comando de configuração é o seguinte: netsh interface ipv4 set address name="NOME_INTERFACE" static ENDERECO_IP MASCARA GATEWAY Vamos considerar que pretendemos mudar o endereço da interface Wi-Fi para 192.168.1.120 com a Máscara 255.255.255.0 e Gateway 192.168.1.254. O comando a usar seria: netsh interface ipv4 set address name="Wi-Fi" static 192.168.1.120 255.255.255.0 192.168.1.254 Mudar definições do DNS A mudança dos servidores de DNS também pode ser realizada facilmente via linha de comandos. Vamos considerar que pretende mudar o servidor de DNS para uma determinada interface. Considerando que a interface é a “Wi-Fi” e o servidor de DNS é o 8.8.8.8 podem usar o seguinte comando: netsh interface ipv4 set dns name="Wi-Fi" static 8.8.8.8 No caso de não quererem um endereço estático, podem voltar a definir para obter as configurações via DHCP (IP e DNS) usando os seguintes comandos: netsh interface ip4 set address name=”INTERFACE” source=dhcp netsh interface ipv4 set dnsservers name"INTERFACE" source=dhcp E é isto! Os comandos não são muito difíceis e permitem de uma forma rápida alterar as configurações de rede.
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Desde o Windows 8 que a Microsoft dá aos utilizadores a possibilidades de limparem os seus sistemas sem terem de realizar uma verdadeira reinstalação. Esta funcionalidade tem-se revelado muito útil para repor o Windows 10, mas a Microsoft resolveu agora melhorá-la ainda mais, dando-lhe mais uma opção. A reposição do Windows deixou de ser uma dor de cabeça e é hoje em dia muito mais rápida do que era antes. Sem sair do Windows e sem ter sequer de ter à mão um DVD ou pen USB do Windows qualquer um consegue fazer esta reinstalação. A nova forma de formatar o Windows 10 Para facilitar ainda mais o processo, mantendo a máquina actualizada, a Microsoft deu agora ao Windows 10 uma novidade, ainda só disponível nas builds do programa Insider. Com um simples comando, e onde se esperava a normal reposição, surge agora a opção “Clean up and update this PC”. Esta, como o nome indica, permite a remoção de todos os ficheiros, repondo o Windows 10 e actualizando-o para a versão mais actual. O comando pode ser usado numa janela de DOS e é o seguinte: systemreset -cleanpc Assim que é dado o comando é apresentada uma nova janela de reposição, que explica aos utilizadores o que vai ser feito dai para a frente. Após ser usada esta opção, e pós cerca de 20 minutos, o Windows 10 manterá todos os ficheiros do utilizador, mas terão sido eliminadas todas as aplicações, com excepção das nativas do Windows, bem como feita uma actualização do sistema operativo. A diferença face aos outros modos, que são a remoção total dos ficheiros ou o manter os ficheiros pessoais, é mesmo a actualização para a mais recente versão que faz, garantindo assim que este processo não tem de ser realizado pelo utilizador. Esta novidade chegará aos utilizadores finais quando a próxima actualização do Windows 10, a Creators Update, for lançada, algo que se espera que aconteça no início do próximo ano.
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Cada mensagem que recebemos no Gmail (ou conta Google App) têm um ID único, algo que nunca percebemos onde está, e até se existe, mas a verdade é que recorrendo a uma extensão do Chrome, facilmente conseguimos esse ID. Claro que a sua utilidade é escassa, há algumas aplicações de tracking que poderão solicitar essa chave e haverá um ou outro truque onde pode ser útil ter esse ID. Vamos ver como o saber. O Gmail tem algumas funcionalidades que permitem destacar as mensagens importantes. Podemos recorrer às etiquetas, pastas e até às estrelas que destacam certas mensagens no meio de muitas. Há, contudo, uma forma super robusta no Gmail para rapidamente descobrir uma mensagem (e as suas respostas) recorrendo ao seu ID único. Cada mensagem que enviamos ou recebemos no Gmail tem um ID diferente e é isto que o serviço de e-mail da Google usa para diferenciar cada mensagem. Na frente vemos quem enviou a mensagem, o assunto e o conteúdo do e-mail. Por trás, este código permite registar tudo o que gravita no e-mail e que permite a serviços de terceiros “seguir” um e-mail enviado para fora do Gmail. Gmail message ID finder Esta extensão que podemos instalar no Google Chrome ajuda-nos a conseguir este ID do e-mail. Para isso basta instalar a extensão e abrir o Gmail. Abra a mensagem que quer marcar fora do Gmail. Agora, no ícone à direita da mensagem, o mesmo que usa para responder ou encaminhar um e-mail, clique para abrir essa cortina de opções. No fundo terá agora uma opção que diz “Copy message ID”, onde deve clicar. Como reparou no vídeo em cima, o ID da mensagem tem um aspecto tipo este, depois de copiado para a área de transferências: Mas para que serve este código? De facto o importante é ele ser útil. São vários os tipos de funcionalidades que lhe podemos dar, tal como vimos no vídeo. Este código poderá ser associado a um valor ou a uma qualquer decisão que, depois será vinculativa a uma mensagem única, rápida de descobrir e sempre com toda a informação anexa. Se tentar copiar este ID e colar na pesquisa do seu Gmail, verá que surgirá unicamente uma mensagem no resultado da pesquisa. Um ID é exclusivo para uma mensagem e para a conta do Gmail relacionada. Isso significa que um ID que é útil para si será inútil para qualquer outra pessoa. Fica a dica.
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Porque há no Windows pastas Program Files e Program Files(x86)?
Modf postou um tópico no fórum Windows
Conhecer o sistema operativo onde normalmente trabalhamos é meio caminho andado para dele tirarmos muito mais e obtermos melhores resultados a vários níveis. O Windows tem algumas particularidades que chamam à atenção do utilizador e que pode levar em erro os menos atentos. Se as aplicações deste sistemas operativos estão arrumadas na pasta Program Files, porque existe uma pasta Program Files (x86)? Alguns de vós, utilizadores de Windows com 64 bits, já devem ter questionado a razão da existência de duas diretorias, “Program Files” e “Program Files (x86)” na vossa máquina. Desde 2005, a Microsoft tem vindo a desenvolver versões de 32 bits e 64 bits de sistemas operativos Windows com o intuito de suportar novos CPUs de 64 bits. As pastas de aplicações do Windows e as suas diferentes funções: Program Files – Contém programas e aplicações de 64 bits Program Files (x86) – Contém programas e aplicações de 32 bits As razões para a existência destas duas pastas: Separar os executáveis DLL de 32 bits de DLLs de 64 bits, uma vez que as aplicações de cada arquitetura são compiladas de forma diferente; Reduzir as possibilidades de conflito se, por exemplo, instalar uma versão de 32 bits e 64 bits do mesmo programa; Aumentar a possibilidade de programas mais antigos funcionarem corretamente, sem que eles interajam acidentalmente com o software de 64 bits. Desta forma, anulam-se as possibilidades de uma aplicação de 32 bits tentar carregar uma DLL de 64 bits, caso contrário haveria uma falha no sistema seguindo-se uma mensagem de erro. Enquanto que um programa com instruções de 64 bits não pode ser lido por CPUs de 32 bits, um programa de 32 bits pode ser lido por CPUs de 64 bits. Os processadores de 32 bits também podem ser denominados por x86. Inicialmente, os de 16 bits, mais concretamente arquiteturas de processadores 8086 e 8088, foram referidos como x86, que mais tarde foi alargado para incluir a família de processadores 80386 e 80486. Quando os de 64 bits foram introduzidos, intitularam-nos de x64, para os diferenciar das linhas de processadores mais antigos. -
Sintonização Manual, HDMI, Memória, Licença, Sair. Sintonização Manual: Neste ecrã é possível testar o sintonizador de forma manual. Para tal sugiro apenas a introdução da frequência 121 Mhz, deixando todos os outros campos inalterados. HDMI: Neste ecrã é possível alterar a resolução do modo de diagnóstico, assim como o modo de HDCP (High-bandwidth Digital Content Protection). Memória: Neste ecrã é possível analisar todas as partições da box disponíveis na memória flash. Licença: Neste ecrã são apresentadas todas as licenças utilizadas no software do modo de diagnóstico. Sair: Para sair deste modo, é necessário carregar no botão voltar no ecrã inicial. Após a box reiniciar no modo normal, é necessário voltar a emparelhar o comando utilizando o procedimento de emparelhamento do comando. Procedimento Full Reset: Seleccionar a opção Restabelecimento de fábrica no menu inicial Seleccionar a opção Restabelecimento de fábrica Sair do modo de diagnóstico e voltar ao modo normal da box. Emparelhar o comando. Para a box ser totalmente activada, ligar para o apoio técnico da NOS através do número 16990 e indicar o código do erro CAS69. 1 2 3
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Informações sobre o produto, Sintonização automática, Painel Frontal, Hardware, Periféricos, Audio e Vídeo Informações sobre o produto: Neste ecrã é apresentada informação sobre o equipamento. Sintonização automática: Neste ecrã é testado o sintonizador digital da box. Painel Frontal: Este ecrã permite testar todos os botões da box. Hardware: Neste ecrã é efectuado um teste aos vários componentes, assim como disponibilizada a temperatura do processador. Periféricos: Neste ecrã são testadas todas as entradas da box, como HDMI, Ethernet e USB. Audio e Vídeo: Neste ecrã será apresentada uma imagem de calibração assim como um sinal sonoro.
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O Arrebimba tem ao vosso dispor um serviço de ajuda, recebemos no consultório dezenas de questões todas as semanas e tentamos sempre responder, algumas, como esta, de forma mais pormenorizada. Foram já vários os nossos leitores que solicitaram algumas informações de como conseguir o acesso ao “menu secreto” de diagnóstico da box NOS UMA. Vamos deixar aqui a explicação para que possam, em determinados casos, executar um despiste técnico e resolver problemas que, aparentemente, poderiam exigir que solicitasse outro tipo de auxílio… e é tão simples! Tenham sempre em atenção que estes procedimentos são seguros, quando executados com atenção. Observação: Qualquer comportamento anómalo que possa surtir de uma ação errada, não é da responsabilidade do Pplware. Procedimento para menu de diagnóstico: Desligar a box da corrente elétrica. Ligar a box à corrente elétrica e carregar no botão emparelhar (disponível na parte de trás da box) e no botão power (botão frontal) simultaneamente até que a box apresente uma luz laranja, conforme imagem em cima. Emparelhar o comando RF4CE, aguardar até que a caixa do procedimento de emparelhamento desapareça. Nota: Das próximas vezes que entrar no menu de diagnóstico, é necessário carregar no botão na parte de trás da box para emparelhar o comando. Procedimento de emparelhamento do comando RF4CE: Carregar no botão Emparelhar na parte de trás da box UMA. Pressionar as teclas POWER e 1 simultaneamente até a luz azul por de trás do botão power começar a piscar. Aguardar até que a luz azul por de trás do botão power do comando pare de piscar. Caso o ecrã de emparelhamento persista (no caso do menu de diagnóstico), ou não existir resposta visual ao carregar nos botões, é necessário repetir o processo de emparelhamento. Nota: O processo de emparelhamento pode demorar algum tempo. Seguidamente deverá aparecer o menu de diagnóstico como apresentado em baixo: Teste Automático: Neste ecrã serão testados todos os componentes automaticamente, sendo que o único teste em que falha será apresentado no teste dos periféricos. Restabelecimento de fábrica: Neste ecrã são apresentadas duas entradas para restabelecer as definições de fábrica, sendo que a opção “Instalação inicial” será igual à disponível no menu Definições -> Configurações -> Configurações Técnicas -> Repor parâmetros originais da box na interface normal. Nota: O procedimento de Full Reset encontra-se no final do artigo. Cabo Modem: Neste ecrã é apresentada informação sobre o modem Docsis incorporado na box. Índice 1 – Procedimentos, Teste Automático, Configurações Técnicas, Cabo Modem 2 – Informações sobre o produto, Sintonização automática, Painel Frontal, Hardware, Periféricos, Audio e Vídeo 3 – Sintonização Manual, HDMI, Memória, Licença, Sair 1 2 3
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Alguma vez precisou de manter um computador remoto em funcionamento e/ou teve necessidade de o reiniciar porque algum processo bloqueou? Claro que é simples se estivermos junto dele. Mas e se estiver longe dele ou sem possibilidade de acesso físico? De entre as demais soluções existentes no mercado, podemos usar o Airytec, que vamos conhecer e aprender como configurar neste artigo. Este utilitário, bastante simples, leve e de fácil configuração, permite desligar, reiniciar, suspender e hibernar o computador, quer local quer remotamente através de qualquer browser. Além disso, também é possível terminar ligações Dial-up e VPN, bem como adicionar os seus próprios scripts (C:\Program Files\Airytec\Switch Off\scripts) e agendar a sua execução diariamente, semanalmente, a uma hora exata ou até mesmo quando o computador ficar inativo. O Airytec não requer qualquer framework nem biblioteca para funcionar e a sua execução pode ocorrer com login apenas ou sem o login do utilizador no computador. Existem duas versões, a portátil 32-bit e 64-bit, e a completa. O que as difere é o facto de apenas última permitir acesso às opções remotas, a qual vamos utilizar. Instalação e configuração do Airytec Passo 1) Para começar, deve descarregar aqui a aplicação e posteriormente instalá-la como qualquer outra. Não é sugerido instalar nenhum software de terceiros. Passo 2) Em seguida, caso não arranque de forma automática, execute-a. O respetivo ícone irá aparecer na barra de tarefas. Passo 3) Com o botão esquerdo do rato, clique no ícone. Ative a opção para forçar o encerramento das aplicações em execução. Aqui também pode selecionar em que situações pretende que o Airytec seja executado. Passo 4) Clique agora no ícone com o botão direito do rato e selecione “Options”. Passo 5) Poderá aparecer um botão “Edit web interface settings” a solicitar permissão de administrador, clique nele. No separador “Remote” ative ambas as opções, caso o porto 8000 não esteja por omissão, coloque-o, e adicione uma password para autenticação remota. Por fim, aplique estas alterações, e sem efetuar “Ok”, clique em “View / update static address”. Um separador ou browser irá abrir. Passo 6) Será mostrado o seu IP Público, o qual deve utilizar para se ligar remotamente. Nota: O endereço IP da maioria dos utilizadores é dinâmico, ou seja, a cada período de tempo ele muda, significando isto que o utilizador não será informado aquando da sua alteração. Além disso não é de todo agradável andar a memorizar ou a apontar cada vez que altera, sendo muito mais agradável tê-lo como um nome. Passo 7) Veja o nosso artigo sobre como usar o NO-IP (parte 1 e 2). Depois de criar e configurar este serviço no router, deverá reencaminhar a comunicação externa à rede para o computador onde o Airytec está instalado. Assim, em vez de colocar o IP Público:8000, coloca o nome:8000 que escolheu ao criar o serviço NO-IP para ordenar a execução das opções possíveis do Airytec. Utilizar o Airytec para controlar o seu computador Passo 😎 Através de um browser, coloque o respetivo endereço de acesso. Insira o username e a password que configurou no passo 5. Dependendo do browser, o login pode falhar. Passo 9) De entre as possíveis, escolha uma das opções. Os scripts que criar irão aparecer aqui também, depois de colocados na pasta mencionada no inicio deste artigo. Passo 10) Neste exemplo, dada a ordem de encerramento, o utilizador recebe uma mensagem. Em tom de conclusão, verdade será dizer que, dependendo de cada situação, pode existir aqui uma possibilidade de poupança energética, diminuindo o valor da fatura relativa ao consumo de eletricidade. Por outro lado, e infelizmente, este utilitário peca por não utilizar HTTPS, podendo o login ser, eventualmente, capturado no momento da ligação. Nada que não se resolva com recurso a uma VPN segura.
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Os sistemas operativos oferecem hoje vários recursos ao nível da segurança informática. No entanto, há algumas funcionalidades que é o utilizador quem decide como devem ficar configuradas. Uma dessas opções é quanto a máquina se liga a uma rede e o sistema pergunta qual o nível de segurança que deseja. Hoje mostramos como podem definir se o vosso PC fica visível ou não visível numa rede de dados. Quando uma máquina Windows se liga a uma rede, seja por cabo ou sem fios, o utilizador pode definir que esta passa a estar visível ou não para as outras máquinas. Para isso o sistema questiona o utilizador sobre qual o perfil que pretende aplicar: Domínio, Privado ou Publico. Como esconder a nossa máquina na rede? Quando uma máquina se liga a uma rede pública (ex: aeroporto ou café), o utilizador deve ativar o perfil “Rede pública”. Neste caso, por omissão, a nossa máquina deixa de estar visível na rede. É ainda possível desativar a partilha de ficheiros e impressoras. Acedendo à opção “Alterar definições de partilha avançadas” dentro do Centro de Rede e Partilha é possível alterar o perfil aplicado a cada rede. Outra das opções é indo através de Definições > Rede e Internet e depois selecionar Ethernet ou Wifi. Depois de selecionar a placa de rede o utilizador pode definir se quer tornar o PC detetável ou não. Sempre que o utilizador se encontre ligado a uma rede que desconhece e não faz a gestão da mesma é importante que desative a opção “Tornar este PC detetável”. Na rede de casa essa opção pode estar ativada, até porque pode dar jeito para partilhar ficheiros com outras máquinas ou aceder a impressoras em rede.
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Como ativar a gravação de chamadas no Windows 10 Mobile
Modf postou um tópico no fórum Windows Mobile
O Windows 10 Mobile tem perdido, nos últimos anos, alguma relevância no mercado de telemóveis. Isto deve-se a vários fatores, especialmente à menor aposta por parte da Microsoft no seu sistema móvel e isto leva a uma menor oferta de equipamentos e a uma quebra na qualidade e variedade de aplicações na Loja. Contudo, o Windows 10 Mobile é um bom sistema operativo, bem elaborado e com algumas características únicas. Tentamos dar a conhecer algumas dicas aos nossos leitores para tirarem mais partido do seu telemóvel Windows e hoje explicamos como pode ativar a gravação de chamadas telefónicas, de forma nativa. Para poder ter acesso a esta funcionalidade, deverá ter um smartphone Microsoft Lumia da série x50 (950/950XL, 650 ou 550). A Microsoft decidiu que apenas estes equipamentos poderiam fazer uso desta capacidade. Para ativar a gravação de chamadas deverá aceder às Definições -> Sistema -> Telefone -> Aplicações predefinidas (selecionar “Escolher aplicações”) -> e na secção “A ligar“, deve escolher o “Gravador de Voz” como aplicação predefinida para a gravação de chamadas telefónicas. A partir deste momento, quando realizar uma chamada, constatará que tem um novo ícone. Para começar a gravar essa chamada deverá clicar no ícone. Será apresentado uma notificação onde o utilizador será alertado sobre as responsabilidades legais da gravação de chamadas telefónicas. Depois de efetuar a gravação de uma chamada poderá escuta-la na aplicação “Gravador de Voz“. Deverá selecionar no topo “Gravações de chamada” e depois é só escolher a chamada que pretende escutar. No reprodutor poderá também marcar um certo momento da chamada, clicando no ícone da bandeira; poderá cortar alguma parte da chamada, partilhar, eliminar, aceder à informação do contacto e “Abrir localização do ficheiro“, que estará alojado na memória interna do smartphone, numa pasta denominada “Recorded Calls“. Mas é permitido, do ponto de vista jurídico, a gravação de chamadas? A Comissão Nacional de Proteção de Dados determina que em apenas 3 situações é permitida a gravação de chamadas: em situações de emergência, em call centers e caso se trate de celebrar um contrato. Nestes 3 casos, a gravação deverá ser feita pelo prestador de serviços e não pelo cliente. Contudo, o cliente deverá ser expressamente informado, de forma clara e transparente, de que está a ser gravado. O prazo máximo fixado para a conservação dos dados e das gravações é de 90 dias. Poderá ter acesso a informações mais detalhadas sobre este assunto, consultando esta página. A própria CNPD tem disponível este documento onde esclarece a situação referente à gravação de chamadas.
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