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  1. Mais Cedo
  2. Com o Windows 10, a Microsoft criou uma plataforma que unificou diversas categorias de dispositivos. Mas a empresa quer ir mais longe e criar uma plataforma totalmente universal. Para isso conta com o Windows Core, que se sabe estar a ser desenvolvido em segredo. Agora surgiram novidades que comprovam que este sistema operativo está mesmo a ser desenvolvido. Há já algum tempo que se especula que a Microsoft terá em desenvolvimento o sucessor do Windows 10. Chamado de Windows Core, este irá poder ser usado em muitas mais plataformas das que hoje são usadas. O que está a ser preparado no Windows Core Mas mesmo com todos estes rumores, não tem surgido muito mais informação sobre o que este sistema irá trazer ou ser capaz de fazer. Uma das dúvidas estava na forma como este novo SO irá ser capaz de correr aplicações de 32 bits. Agora essa resposta pode ter surgido, de forma inocente, com uma atualização do Linkedin. O engenheiro Justin Jennings, da Microsoft, atualizou o seu perfil e lá constam muitos informações sobre este novo sistema e outras das suas funções. Do que é possível ver, este engenheiro da Microsoft esteve a trabalhar nesta área, em especial em containers de operação com base no OneCore. Ao mesmo tempo, a menção aos módulos OneCore inclui tanto o kernel como outros elementos do sistema operativo. O que mais está este engenheiro da Microsoft a fazer Esta descrição surge no seu perfil do Linkedin, nas atualizações recentes do seu perfil. Esta compatibilidade de aplicações Win32 com o WCOS (Windows Core OS) é referida na descrição das suas atividades. Nesse sentido, há ainda outras tarefas associadas ao Windows Core e à forma como este se interliga com os equipamentos. O Windows Core deverá chegar quando a Microsoft apresentar uma nova classe de dispositivos. Estes são esperados há já alguns anos, sem que nunca se tenham materializado ou tornado reais. Por isso, pode ser que agora esta nova versão passe a ser uma realidade.
  3. Aqui mostra o potencial do Windows utilizando 100 comandos. Muitas pessoas nem imagina o que pode fazer no seu sistema operativo e não é por acaso que o Windows é desde há muitos anos o mais tentacular e abrangente sistema operativo que temos no mundo. Para lhe mostrar um pouco da potencialidade do sistema operativo da Microsoft, renovamos a lista de comandos, com a ajuda dos nossos leitores no Grupo Arrebimba@Windows e mostramos o que cada um permite fazer. O Windows, embora seja muito gráfico, permite que com alguns comandos se executem tarefas, controlem serviços ou se vá directo para áreas que por vezes, na forma convencional, tem de se dar muitas voltas até lá chegar. Conhecer estes 100 comandos pode facilitar bastante, principalmente para quem gosta e necessita de usufruir de ferramentas poderosas existentes no Windows. Esta compilação de comandos agora apresentada baseia-se numa outra com 140 comandos, sendo que alguns deles já foram abandonados. Acerca do Windows (Ver a versão do Windows) = winver Adicionar ou remover programas = appwiz.cpl Ajuda e suporte = msinfo32 Assistente de câmara ou scanner = wiaacmgr Assistente de transferência de definições e de ficheiros = migwiz Assistente de transferência de ficheiros do Bluetooth = fsquirt Assistente para adicionar hardware = hdwwiz.cpl Calculadora = calc Centro de segurança do Windows = wscui.cpl Certificados = certmgr.msc Cliente Telnet = telnet Configuração de protocolo de Internet (apagar informações de DNS ) = ipconfig /flushdns Configuração de protocolo de Internet (“Liberta” IP (se atribuído por DHCP) de uma determinada interface) = ipconfig /release Configuração de protocolo de Internet (ver DNS ) = ipconfig /displaydns Configuração de protocolo de Internet (ver todas as informações ao nível da rede) = ipconfig /all Configuração de protocolo de Internet (Modificar DHCP Class ID) = ipconfig /setclassid Ver informações do IP = ipconfig Conjunto de políticas resultante (XP Prof) = rsop.msc Controladores de jogos = joy.cpl Definições da segurança local = secpol.msc Desliga o utilizador do Windows = logoff Editor de carácter privado = eudcedit Editor de registo = regedit Encerramento do Windows = shutdown Exibe uma lista de ficheiros e subpastas de uma pasta = dir Explorador do Windows = explorer Ferramenta de diagnóstico do Direct X = dxdiag Ferramenta de importação de livro de endereços = wabmig Ferramenta de remoção de software malicioso Microsoft Windows = mrt Ferramentas administrativas = control admintools Firewall do Windows = firewall.cpl Fontes = fonts Gestão de computadores = compmgmt.msc Gestão de discos = diskmgmt.msc Gestor de dispositivos = devmgmt.msc Gestor de partições do disco = diskpart Gestor de tarefas do Windows = taskmgr Gestor de utilitários = utilman Gestor de verificador de controladores = verifier Iexpress Wizard = iexpress Impressoras e faxes = control printers Infra-estrutura de gestão do Windows = wmimgmt.msc Itens a sincronizar = mobsync Ligação ao ambiente de trabalho remoto = mstsc Ligações de rede = ncpa.cpl / control netconnections Limpeza do disco = cleanmgr Linha de comandos = cmd Lista telefónica = rasphone Livro de endereços = wab Mapa de caracteres = charmap Marcador telefónico = dialer Microsoft Access (se instalado ) = access.cpl Microsoft Excel (se instalado ) = excel Microsoft Frontpage (se instalado ) = frontpg Microsoft Paint = mspaint Microsoft Powerpoint (se instalado ) = powerpnt Microsoft Word (se instalado ) = winword Notepad = notepad Opções de pastas = control folders Opções regionais e de idioma = intl.cpl Painel de controlo = control Paint = pbrush Pastas partilhadas = fsmgmt.msc Performance Monitor = perfmon Performance Monitor = perfmon.msc Phone and Modem Options = telephon.cpl Politica de grupo (XP Prof) = gpedit.msc Power Configuration = powercfg.cpl Propriedade de visualização = control color Propriedades da internet = inetcpl.cpl Propriedades de data e hora = timedate.cpl Propriedades de som e dispositivos de áudio = mmsys.cpl Propriedades de visualização = control desktop/desk.cpl Propriedades do rato = main.cpl / control mouse Propriedades do sistema = sysdm.cpl Propriedades do teclado = control keyboard Protecção de base de dados do Windows = syskey Protecção de ficheiros do Windows (analisar em cada arranque) sfc /scanboot Protecção de ficheiros do Windows (analisar no próximo arranque) = sfc /scanonce Protecção de ficheiros do Windows (analisar) = sfc /scannow Protecção de ficheiros do Windows (repor configuração de fábrica) = sfc /revert Quicktime (se instalado) = QuickTime.cpl Real Player (se instalado) = realplay Serviços = services.msc Serviços componentes = dcomcnfg Tarefas agendadas = control schedtasks Teclado de ecrã = osk Tipos de letra = control fonts Tweak UI (se instalado ) = tweakui Utilitário de configuração do sistema = msconfig Utilitário de rede do cliente de SQL Server = cliconfg Utilitário de verificação de ficheiros do sistema = sfc Utilitário de verificação do disco = chkdsk Utilizadores e grupos locais = lusrmgr.msc Verificação de assinatura do ficheiro = sigverif Visualizador de aplicações de java (se instalado) = javaws Visualizador de eventos = eventvwr.msc Windows Magnifier = magnify Windows Media Player = wmplayer Wordpad = write Certamente que muitos não saberão para que servem estas ferramentas, mas se explorarem um pouco, mesmo em artigos que o pplware lançou há uns anos, verão que podem ter funcionalidades que sempre “pediram” por elas e de facto elas existem desde sempre.
  4. É uma situação que não podemos evitar e muito menos prever com exactidão, mas o facto é que por vezes temos de lidar com um cartão de memória SD ou uma pen drive corrompido e torna-se premente tentar reparar de forma eficaz. Trata-se em boa verdade de uma situação que requer uma dose de paciência devido ao melindroso processo de recuperação, é certo, mas os resultados podem ser positivos e pode ser até possível recuperar/reparar aquela informação que julgávamos perdida. Neste artigo apresentamos várias formas para tentar recuperar um cartão de memória SD ou mesmo uma PEN drive. Lembramos e insistimos os nossos leitores que este artigo deve ser lido juntamente com uma grande dose de paciência, perseverança e resiliência. Alterar a letra da Drive atribuída Após ligar o cartão de memória ou a Pen Drive, o nosso sistema operativo não consegue atribuir uma letra ao nosso dispositivo. Neste caso, o mais lógico é tentarmos modificar a letra de drive que estava designada, provavelmente de forma incorrecta. Convém alertar que a tentativa de resolução aqui demonstrada que se segue se baseou no Windows 10. Assim, basta tentar seguir os seguintes passos: Ligue o dispositivo (cartão ou Pen) ao PC; No explorador do Windows clique com o botão direito do rato em ESTE PC e escolha a opção GERIR; Uma vez aberto o gestor clique em GESTÃO DE DISCOS que se encontra sobre o tópico de ARMAZENAMENTO; Uma vez aberta a GESTÃO DE DISCOS clique com o botão direito do rato por cima do dispositivo de armazenamento em questão e escolha a opção ALTERAR LETRA E CAMINHO DE UNIDADE; Na caixa de opções que se abriu clique em ALTERAR e do lado direito escolha a nova letra e no final confirme a mudança. TENHA EM ATENÇÃO o facto de não dever escolher uma letra que já esteja ocupada. E pronto, a partir daqui podemos ter resolvido um dos problemas com o nosso dispositivo de armazenamento externos em cartão de memória ou pen drive. Experimentar utilizar outro PC Esta é uma opção muito simples mas por vezes aquela que menos nos lembramos. Um dispositivo que não funciona no nosso PC pode perfeitamente funcionar noutro qualquer PC. É um paradoxo curioso mas faz parte da realidade informática. Se funcionar noutro PC que não o nosso torna-se mais simples de recuperar a informação. Voltar a instalar os drivers Existe uma elevada probabilidade de os drivers estarem na génese do nosso problema com o cartão de memória ou até com a pen drive. Neste caso, podemos tentar desinstalar os drivers do nosso PC e voltar a instalar para que tudo funcione correctamente. Vamos tentar reparar: No Explorador Windows clique em ESTE PC com o botão direito do rato. Clique em GERIR; Clique na listagem do lado direito em GESTOR DE DISPOSITIVOS; Agora clique duas vezes em UNIDADES DE DISCO; Seleccione a pen drive ou cartão de memória e com o botão direito do rato clique e escolha DESINSTALAR; De seguida remova o dispositivo em questão e reinicie a sua máquina; Agora volte a ligar o dispositivo em questão e o PC irá reconhecê-la e voltar a instalar. É provável que agora seja possível trabalhar com a pen ou cartão neste momento uma vez que este procedimento pode ter ajudado a reparar o nosso dispositivo. Recuperar o seu cartão SD ou pen drive através do Explorador do Windows Sim, é possível tentar recuperar um dispositivo defeituoso de armazenamento com o explorador do Windows, pelo que os passos muito simples e ao alcance de todos: No Explorador do Windows clique em ESTE PC e escolha a drive alegadamente corrupta; Com o botão direito do rato clique na drive em questão e escolha a opção FORMATAR; No menu apresentado escolher RESTAURAR PREDEFINIÇÕES DO DISPOSITIVO; De seguida, clique em INICIAR. Para um restauro óptimo do dispositivo recomenda-se desmarcar a FORMATAÇÃO RÁPIDA para que o utilitário possa ir analisando em profundidade para eventuais erros; Na seguinte caixa de texto marque OK uma vez que irá ser alertado para o facto de todos os dados serem eliminados. A partir daqui basta aguardar pelo tempo de formatação para podermos ficar com uma pen drive ou cartão de memória livre de erros e reparar com sucesso o nosso dispositivo. Reparar um cartão de memória SD ou pen drive a partir da linha de comandos A linha de comandos, também conhecida por CMD, pode ser um meio útil para conseguirmos recuperar um dispositivo de armazenamento que esteja corrupto ou de inviável utilização. Com alguns comandos poderemos tentar forçar uma reparação. Vejamos como: Ligue a Pen drive ou o cartão de memória ao seu PC; No Windows 10, clique na lupa da barra de sistema e escreva CMD carregando ENTER de seguida; Noutras versões do Windows , no menu de sistema utilize a opção EXECUTAR; Uma vez aberta a janela da linha de comandos escreva DISKPART e carregue em ENTER; Uma vez carregada a aplicação, escreva novo comando: LIST DISK e carregue em ENTER. Aparecerá uma lista com todos os dispositivos de armazenamento conectados no PC, incluindo o disco rígido; Escreva agora o comando SELECT DISK <número do disco>, por exemplo SELECT DISK 2. ATENÇÃO: OS UTILIZADORES DEVEM ASSEGURAR-SE QUE ESCOLHEM O NÚMERO DO DISCO CORRESPONDENTE CORRECTO UMA VEZ QUE PODERÃO ESCOLHER DE FORMA EQUIVOCADA O DISCO RÍGIDO E FORMATÁ-LO DE FORMA IRREMEDIÁVEL; Uma vez seleccionado o disco conforme o ponto anterior escreva CLEAN e carregue em ENTER; Escreva agora o comando CREATE PARTITION PRIMARY e carregue em ENTER; Escreva agora ACTIVE e carregue em ENTER; Escreva SELECT PARTITION 1 E por fim escreva o último comando FORMAT FS=FAT32 e carregue em ENTER. A partir de agora é aguardar que o dispositivo seja formatado. Para quem preferir o sistema NTFS, com suporte a ficheiros superiores a 4 GB basta alterar este último comando para NTFS em vez de FAT32. MUITO IMPORTANTE: Em todo este processo NUNCA FECHE A JANELA DA LINHA DE COMANDOS. Outras alternativas de recuperação de uma Pen Drive ou cartão de memória SD Claro que existe sempre o meio do software terceiro para tentar recuperar seja uma Pen seja um cartão de memória ou até mesmo um disco. E os nossos leitores, conhecem outros meios/softwares para tentar recuperar este tipo de dispositivo aqui abordado?
  5. Para adicionar drivers a uma imagem offline usando o DISM 1- Em um prompt de comando elevado, recupere o nome ou o número do índice da imagem que você deseja modificar. Por exemplo, digite: Dism /Get-ImageInfo /ImageFile:C:\test\images\install.wim Para a maioria das operações que especificam um arquivo WIM, é necessário um valor de índice ou nome. Para um arquivo VHD, você deve especificar /Index:1. 2- Monte a imagem offline do Windows. Por exemplo, digite: Dism /Mount-Image /ImageFile:C:\test\images\install.wim /Name:"Windows Drive" /MountDir:C:\test\offline 3- Adicione um driver à imagem. Dism /Image:C:\test\offline /Add-Driver /Driver:C:\drivers\mydriver.inf Para instalar todos os drivers de uma pasta e todas as suas subpastas, aponte para a pasta e use a opção /Recurse. Dism /Image:C:\test\offline /Add-Driver /Driver:c:\drivers /Recurse Aviso Embora /Recurse possa ser útil, é fácil "inchar" sua imagem com ele. Alguns pacotes de driver incluem vários pacotes de drivers .inf, que geralmente compartilham arquivos de carga da mesma pasta. Durante a instalação, cada pacote de driver .inf é expandido em uma pasta separada, cada uma com uma cópia dos arquivos de carga. Vimos casos em que um driver popular em uma pasta de 900 MB adicionava 10 GB a imagens quando adicionado com a opção /Recurse. Para instalar um driver não assinado, use /ForceUnsigned para substituir o requisito de assinatura digital para drivers instalados em computadores baseados em x64. Dism /Image:C:\test\offline /Add-Driver /Driver:C:\drivers\mydriver.inf /ForceUnsigned 4- Examine a lista de arquivos de drivers de terceiros (.inf) na imagem do Windows. Os drivers adicionados à imagem do Windows são chamados de Oem*.inf. Isso garante nomes exclusivos para os novos drivers adicionados ao computador. Por exemplo, os arquivos MyDriver1.inf e MyDriver2.inf são renomeados como Oem0.inf e Oem1.inf. Dism /Image:C:\test\offline /Get-Drivers 5- Confirme as alterações e desmonte a imagem. Dism /Unmount-Image /MountDir:C:\test\offline /Commit Para remover drivers de uma imagem offline usando o DISM 1- Em um prompt de comando elevado, recupere o nome ou o número do índice da imagem que você deseja modificar. Dism /Get-ImageInfo /ImageFile:C:\test\images\install.wim Para a maioria das operações que especificam um arquivo WIM, é necessário um valor de índice ou nome. Para um arquivo VHD, você deve especificar /Index:1. 2- Monte a imagem offline do Windows. Por exemplo: Dism /Mount-Image /ImageFile:C:\test\images\install.wim /Name:"Windows 10 Home" /MountDir:C:\test\offline 3- Remova um driver específico da imagem. É possível remover vários drivers em uma única linha de comando. Dism /Image:C:\test\offline /Remove-Driver /Driver:OEM1.inf /Driver:OEM2.inf Aviso Ao remover um pacote de drivers cruciais para inicialização, a imagem offline do Windows pode deixar de ser inicializável. Para saber mais, veja Opções de linha de comando de manutenção de drivers do DISM. 4- Confirme as alterações e desmonte a imagem. Dism /Unmount-Image /MountDir:C:\test\offline /Commit
  6. Os drivers são um dos elementos chaves em qualquer sistema operativo. São eles que fazem a ponte entre o hardware, o SO e as aplicações. Uma das formas de se proteger e não ter de estar recorrentemente a instalar os drivers no Windows 10 é com recurso a cópias de segurança. E existe uma forma de o fazerem com apenas um simples comando no DOS, vamos conhecê-la. Sempre que fazem uma reinstalação do Windows 10, ou uma simples reposição deste sistema, têm de passar pelo chato e moroso processo de reinstalação dos drivers. Este até pode ser simples se os tiverem convosco, mas caso tenham de os procurar, então esta tarefa complica-se. Mas este processo pode ter acabado se recorrerem a um simples comando do DOS. Com o DISM.exe podem salvaguardar e repor os drivers em qualquer altura e sem qualquer trabalho. Como criar uma cópia de segurança dos drivers do Windows 10 O primeiro passo lógico é criarem uma pasta para guardarem os drivers que vão exportar. Coloquem-na directamente numa pen USB ou na raiz do vosso disco, para depois a copiarem e guardarem. dism /online /export-driver /destination:E:\DRIVERS De seguida só precisam de correr o comando que apresentamos acima, numa janela de DOS com permissões de administrador. Alterem a parte final do comando para a localização onde querem, tendo o cuidado de escolher um nome sem espaços. Deixem o processo correr e no final será mostrada uma mensagem de sucesso. A partir desse momento podem copiar a pasta criada para uma pen que vão guardar até necessitarem de repor os drivers no Windows 10. Como repor uma cópia de segurança dos drivers no Windows 10 O processo de reposição destes drivers deve ser feito numa máquina acabada de instalar e que estejam a querer preparar para uma utilização no dia-a-dia. Basta abrirem uma janela de DOS com permissões de administrador e executar o comando abaixo. Lembrem-se de adaptar o caminho, que neste caso está na pasta DRIVERS na drive E. dism /online /Add-Driver /Driver:E:\DRIVERS /Recurse Também neste passo será mostrada uma mensagem no final a indicar o êxito do processo. Aproveitem e reiniciem a vossa máquina para que o processo termine. Esta é a forma mais simples e rápida de guardarem os drivers do vosso Windows 10 sempre que quiserem fazer uma reinstalação do sistema. Basta fazer uma cópia de segurança e a posterior reposição, sem terem de os ir procurar à página do fabricante ou a outro qualquer recanto da Internet. É também a prova de que não precisam de aplicações de terceiros ou de outros para conseguirem fazer uma gestão correcta e simples do Windows. No entanto, toda vez que você tentar o comando, receberá um erro: 50 "Este comando só pode ser usado com uma imagem off-line". No entanto, após a reinstalação do Windows 10, é provável que você só precise instalar alguns drivers, pois o sistema operacional detectará a maioria deles automaticamente (mesmo sem verificar atualizações), portanto, você poderá instalar os drivers restantes usando o Gerenciador de dispositivos. Para restaurar os drivers manualmente no Windows 10, faça o seguinte: 1- Use a tecla Windows + X para abrir o menu Usuário avançado e selecione Gerenciador de dispositivos. 2- Selecione e expanda o dispositivo que você deseja instalar o driver. Se o dispositivo não tiver nenhum driver instalado, ele será realçado como um dispositivo desconhecido. 3- Clique com o botão direito do mouse no dispositivo e selecione Atualizar driver. 4- Clique em Browse my computer para driver software. 5- Clique no botão Procurar, localize e abra a pasta com o backup de todos os seus drivers. 6- Certifique-se de marcar a opção Incluir subpastas. 7- Clique em Avançar para permitir que o Windows 10 encontre e instale os drivers corretos. 8- Clique em Fechar para concluir a tarefa. Você pode repetir as mesmas etapas para instalar qualquer dispositivo restante sem um driver. Embora o sistema operacional possa detectar diversos drivers de dispositivos, esse guia é particularmente útil quando o Windows 10 não detecta seu adaptador de rede ou dispositivos mais antigos não são mais compatíveis, mas os drivers anteriores ainda funcionam.
  7. O Windows, em especial o Windows 10, é um dos sistemas operativos mais evoluídos da actualidade. Muitas foram as novidades ao nível das funcionalidades e também ao nível da interface mas a verdade é que continuam a existir funções que dificultam a interacção com o utilizador. Se considera que configurar um endereço IP no Windows via interface gráfica continua a ser uma tarefa chata, então aprenda como fazer essa configuração via linha de comandos. A linha de comandos do Windows não é tão poderosa como a Bash (que agora até existe no Windows) mas dá para ver e configurar algumas coisas. Hoje vamos ensinar alguns comandos que nos permitem, de uma forma simples e rápida, ver as configurações ao nível da rede e também configurar as interfaces de rede. Para tal abra a linha de comandos em modo admin. Ver configurações de rede Para ver todas as configurações de rede basta que use o comando: netsh interface ipv4 show config Configurar um endereço de rede Para configurar um endereço de rede, numa determinada Interface, é necessário saber o nome da mesma. O comando de configuração é o seguinte: netsh interface ipv4 set address name="NOME_INTERFACE" static ENDERECO_IP MASCARA GATEWAY Vamos considerar que pretendemos mudar o endereço da interface Wi-Fi para 192.168.1.120 com a Máscara 255.255.255.0 e Gateway 192.168.1.254. O comando a usar seria: netsh interface ipv4 set address name="Wi-Fi" static 192.168.1.120 255.255.255.0 192.168.1.254 Mudar definições do DNS A mudança dos servidores de DNS também pode ser realizada facilmente via linha de comandos. Vamos considerar que pretende mudar o servidor de DNS para uma determinada interface. Considerando que a interface é a “Wi-Fi” e o servidor de DNS é o 8.8.8.8 podem usar o seguinte comando: netsh interface ipv4 set dns name="Wi-Fi" static 8.8.8.8 No caso de não quererem um endereço estático, podem voltar a definir para obter as configurações via DHCP (IP e DNS) usando os seguintes comandos: netsh interface ip4 set address name=”INTERFACE” source=dhcp netsh interface ipv4 set dnsservers name"INTERFACE" source=dhcp E é isto! Os comandos não são muito difíceis e permitem de uma forma rápida alterar as configurações de rede.
  8. Desde o Windows 8 que a Microsoft dá aos utilizadores a possibilidades de limparem os seus sistemas sem terem de realizar uma verdadeira reinstalação. Esta funcionalidade tem-se revelado muito útil para repor o Windows 10, mas a Microsoft resolveu agora melhorá-la ainda mais, dando-lhe mais uma opção. A reposição do Windows deixou de ser uma dor de cabeça e é hoje em dia muito mais rápida do que era antes. Sem sair do Windows e sem ter sequer de ter à mão um DVD ou pen USB do Windows qualquer um consegue fazer esta reinstalação. A nova forma de formatar o Windows 10 Para facilitar ainda mais o processo, mantendo a máquina actualizada, a Microsoft deu agora ao Windows 10 uma novidade, ainda só disponível nas builds do programa Insider. Com um simples comando, e onde se esperava a normal reposição, surge agora a opção “Clean up and update this PC”. Esta, como o nome indica, permite a remoção de todos os ficheiros, repondo o Windows 10 e actualizando-o para a versão mais actual. O comando pode ser usado numa janela de DOS e é o seguinte: systemreset -cleanpc Assim que é dado o comando é apresentada uma nova janela de reposição, que explica aos utilizadores o que vai ser feito dai para a frente. Após ser usada esta opção, e pós cerca de 20 minutos, o Windows 10 manterá todos os ficheiros do utilizador, mas terão sido eliminadas todas as aplicações, com excepção das nativas do Windows, bem como feita uma actualização do sistema operativo. A diferença face aos outros modos, que são a remoção total dos ficheiros ou o manter os ficheiros pessoais, é mesmo a actualização para a mais recente versão que faz, garantindo assim que este processo não tem de ser realizado pelo utilizador. Esta novidade chegará aos utilizadores finais quando a próxima actualização do Windows 10, a Creators Update, for lançada, algo que se espera que aconteça no início do próximo ano.
  9. Cada mensagem que recebemos no Gmail (ou conta Google App) têm um ID único, algo que nunca percebemos onde está, e até se existe, mas a verdade é que recorrendo a uma extensão do Chrome, facilmente conseguimos esse ID. Claro que a sua utilidade é escassa, há algumas aplicações de tracking que poderão solicitar essa chave e haverá um ou outro truque onde pode ser útil ter esse ID. Vamos ver como o saber. O Gmail tem algumas funcionalidades que permitem destacar as mensagens importantes. Podemos recorrer às etiquetas, pastas e até às estrelas que destacam certas mensagens no meio de muitas. Há, contudo, uma forma super robusta no Gmail para rapidamente descobrir uma mensagem (e as suas respostas) recorrendo ao seu ID único. Cada mensagem que enviamos ou recebemos no Gmail tem um ID diferente e é isto que o serviço de e-mail da Google usa para diferenciar cada mensagem. Na frente vemos quem enviou a mensagem, o assunto e o conteúdo do e-mail. Por trás, este código permite registar tudo o que gravita no e-mail e que permite a serviços de terceiros “seguir” um e-mail enviado para fora do Gmail. Gmail message ID finder Esta extensão que podemos instalar no Google Chrome ajuda-nos a conseguir este ID do e-mail. Para isso basta instalar a extensão e abrir o Gmail. Abra a mensagem que quer marcar fora do Gmail. Agora, no ícone à direita da mensagem, o mesmo que usa para responder ou encaminhar um e-mail, clique para abrir essa cortina de opções. No fundo terá agora uma opção que diz “Copy message ID”, onde deve clicar. Como reparou no vídeo em cima, o ID da mensagem tem um aspecto tipo este, depois de copiado para a área de transferências: Mas para que serve este código? De facto o importante é ele ser útil. São vários os tipos de funcionalidades que lhe podemos dar, tal como vimos no vídeo. Este código poderá ser associado a um valor ou a uma qualquer decisão que, depois será vinculativa a uma mensagem única, rápida de descobrir e sempre com toda a informação anexa. Se tentar copiar este ID e colar na pesquisa do seu Gmail, verá que surgirá unicamente uma mensagem no resultado da pesquisa. Um ID é exclusivo para uma mensagem e para a conta do Gmail relacionada. Isso significa que um ID que é útil para si será inútil para qualquer outra pessoa. Fica a dica.
  10. Conhecer o sistema operativo onde normalmente trabalhamos é meio caminho andado para dele tirarmos muito mais e obtermos melhores resultados a vários níveis. O Windows tem algumas particularidades que chamam à atenção do utilizador e que pode levar em erro os menos atentos. Se as aplicações deste sistemas operativos estão arrumadas na pasta Program Files, porque existe uma pasta Program Files (x86)? Alguns de vós, utilizadores de Windows com 64 bits, já devem ter questionado a razão da existência de duas diretorias, “Program Files” e “Program Files (x86)” na vossa máquina. Desde 2005, a Microsoft tem vindo a desenvolver versões de 32 bits e 64 bits de sistemas operativos Windows com o intuito de suportar novos CPUs de 64 bits. As pastas de aplicações do Windows e as suas diferentes funções: Program Files – Contém programas e aplicações de 64 bits Program Files (x86) – Contém programas e aplicações de 32 bits As razões para a existência destas duas pastas: Separar os executáveis DLL de 32 bits de DLLs de 64 bits, uma vez que as aplicações de cada arquitetura são compiladas de forma diferente; Reduzir as possibilidades de conflito se, por exemplo, instalar uma versão de 32 bits e 64 bits do mesmo programa; Aumentar a possibilidade de programas mais antigos funcionarem corretamente, sem que eles interajam acidentalmente com o software de 64 bits. Desta forma, anulam-se as possibilidades de uma aplicação de 32 bits tentar carregar uma DLL de 64 bits, caso contrário haveria uma falha no sistema seguindo-se uma mensagem de erro. Enquanto que um programa com instruções de 64 bits não pode ser lido por CPUs de 32 bits, um programa de 32 bits pode ser lido por CPUs de 64 bits. Os processadores de 32 bits também podem ser denominados por x86. Inicialmente, os de 16 bits, mais concretamente arquiteturas de processadores 8086 e 8088, foram referidos como x86, que mais tarde foi alargado para incluir a família de processadores 80386 e 80486. Quando os de 64 bits foram introduzidos, intitularam-nos de x64, para os diferenciar das linhas de processadores mais antigos.
  11. Sintonização Manual, HDMI, Memória, Licença, Sair. Sintonização Manual: Neste ecrã é possível testar o sintonizador de forma manual. Para tal sugiro apenas a introdução da frequência 121 Mhz, deixando todos os outros campos inalterados. HDMI: Neste ecrã é possível alterar a resolução do modo de diagnóstico, assim como o modo de HDCP (High-bandwidth Digital Content Protection). Memória: Neste ecrã é possível analisar todas as partições da box disponíveis na memória flash. Licença: Neste ecrã são apresentadas todas as licenças utilizadas no software do modo de diagnóstico. Sair: Para sair deste modo, é necessário carregar no botão voltar no ecrã inicial. Após a box reiniciar no modo normal, é necessário voltar a emparelhar o comando utilizando o procedimento de emparelhamento do comando. Procedimento Full Reset: Seleccionar a opção Restabelecimento de fábrica no menu inicial Seleccionar a opção Restabelecimento de fábrica Sair do modo de diagnóstico e voltar ao modo normal da box. Emparelhar o comando. Para a box ser totalmente activada, ligar para o apoio técnico da NOS através do número 16990 e indicar o código do erro CAS69. 1 2 3
  12. Informações sobre o produto, Sintonização automática, Painel Frontal, Hardware, Periféricos, Audio e Vídeo Informações sobre o produto: Neste ecrã é apresentada informação sobre o equipamento. Sintonização automática: Neste ecrã é testado o sintonizador digital da box. Painel Frontal: Este ecrã permite testar todos os botões da box. Hardware: Neste ecrã é efectuado um teste aos vários componentes, assim como disponibilizada a temperatura do processador. Periféricos: Neste ecrã são testadas todas as entradas da box, como HDMI, Ethernet e USB. Audio e Vídeo: Neste ecrã será apresentada uma imagem de calibração assim como um sinal sonoro.
  13. O Arrebimba tem ao vosso dispor um serviço de ajuda, recebemos no consultório dezenas de questões todas as semanas e tentamos sempre responder, algumas, como esta, de forma mais pormenorizada. Foram já vários os nossos leitores que solicitaram algumas informações de como conseguir o acesso ao “menu secreto” de diagnóstico da box NOS UMA. Vamos deixar aqui a explicação para que possam, em determinados casos, executar um despiste técnico e resolver problemas que, aparentemente, poderiam exigir que solicitasse outro tipo de auxílio… e é tão simples! Tenham sempre em atenção que estes procedimentos são seguros, quando executados com atenção. Observação: Qualquer comportamento anómalo que possa surtir de uma ação errada, não é da responsabilidade do Pplware. Procedimento para menu de diagnóstico: Desligar a box da corrente elétrica. Ligar a box à corrente elétrica e carregar no botão emparelhar (disponível na parte de trás da box) e no botão power (botão frontal) simultaneamente até que a box apresente uma luz laranja, conforme imagem em cima. Emparelhar o comando RF4CE, aguardar até que a caixa do procedimento de emparelhamento desapareça. Nota: Das próximas vezes que entrar no menu de diagnóstico, é necessário carregar no botão na parte de trás da box para emparelhar o comando. Procedimento de emparelhamento do comando RF4CE: Carregar no botão Emparelhar na parte de trás da box UMA. Pressionar as teclas POWER e 1 simultaneamente até a luz azul por de trás do botão power começar a piscar. Aguardar até que a luz azul por de trás do botão power do comando pare de piscar. Caso o ecrã de emparelhamento persista (no caso do menu de diagnóstico), ou não existir resposta visual ao carregar nos botões, é necessário repetir o processo de emparelhamento. Nota: O processo de emparelhamento pode demorar algum tempo. Seguidamente deverá aparecer o menu de diagnóstico como apresentado em baixo: Teste Automático: Neste ecrã serão testados todos os componentes automaticamente, sendo que o único teste em que falha será apresentado no teste dos periféricos. Restabelecimento de fábrica: Neste ecrã são apresentadas duas entradas para restabelecer as definições de fábrica, sendo que a opção “Instalação inicial” será igual à disponível no menu Definições -> Configurações -> Configurações Técnicas -> Repor parâmetros originais da box na interface normal. Nota: O procedimento de Full Reset encontra-se no final do artigo. Cabo Modem: Neste ecrã é apresentada informação sobre o modem Docsis incorporado na box. Índice 1 – Procedimentos, Teste Automático, Configurações Técnicas, Cabo Modem 2 – Informações sobre o produto, Sintonização automática, Painel Frontal, Hardware, Periféricos, Audio e Vídeo 3 – Sintonização Manual, HDMI, Memória, Licença, Sair 1 2 3
  14. Modf

    Desligue o seu computador remotamente

    Alguma vez precisou de manter um computador remoto em funcionamento e/ou teve necessidade de o reiniciar porque algum processo bloqueou? Claro que é simples se estivermos junto dele. Mas e se estiver longe dele ou sem possibilidade de acesso físico? De entre as demais soluções existentes no mercado, podemos usar o Airytec, que vamos conhecer e aprender como configurar neste artigo. Este utilitário, bastante simples, leve e de fácil configuração, permite desligar, reiniciar, suspender e hibernar o computador, quer local quer remotamente através de qualquer browser. Além disso, também é possível terminar ligações Dial-up e VPN, bem como adicionar os seus próprios scripts (C:\Program Files\Airytec\Switch Off\scripts) e agendar a sua execução diariamente, semanalmente, a uma hora exata ou até mesmo quando o computador ficar inativo. O Airytec não requer qualquer framework nem biblioteca para funcionar e a sua execução pode ocorrer com login apenas ou sem o login do utilizador no computador. Existem duas versões, a portátil 32-bit e 64-bit, e a completa. O que as difere é o facto de apenas última permitir acesso às opções remotas, a qual vamos utilizar. Instalação e configuração do Airytec Passo 1) Para começar, deve descarregar aqui a aplicação e posteriormente instalá-la como qualquer outra. Não é sugerido instalar nenhum software de terceiros. Passo 2) Em seguida, caso não arranque de forma automática, execute-a. O respetivo ícone irá aparecer na barra de tarefas. Passo 3) Com o botão esquerdo do rato, clique no ícone. Ative a opção para forçar o encerramento das aplicações em execução. Aqui também pode selecionar em que situações pretende que o Airytec seja executado. Passo 4) Clique agora no ícone com o botão direito do rato e selecione “Options”. Passo 5) Poderá aparecer um botão “Edit web interface settings” a solicitar permissão de administrador, clique nele. No separador “Remote” ative ambas as opções, caso o porto 8000 não esteja por omissão, coloque-o, e adicione uma password para autenticação remota. Por fim, aplique estas alterações, e sem efetuar “Ok”, clique em “View / update static address”. Um separador ou browser irá abrir. Passo 6) Será mostrado o seu IP Público, o qual deve utilizar para se ligar remotamente. Nota: O endereço IP da maioria dos utilizadores é dinâmico, ou seja, a cada período de tempo ele muda, significando isto que o utilizador não será informado aquando da sua alteração. Além disso não é de todo agradável andar a memorizar ou a apontar cada vez que altera, sendo muito mais agradável tê-lo como um nome. Passo 7) Veja o nosso artigo sobre como usar o NO-IP (parte 1 e 2). Depois de criar e configurar este serviço no router, deverá reencaminhar a comunicação externa à rede para o computador onde o Airytec está instalado. Assim, em vez de colocar o IP Público:8000, coloca o nome:8000 que escolheu ao criar o serviço NO-IP para ordenar a execução das opções possíveis do Airytec. Utilizar o Airytec para controlar o seu computador Passo 😎 Através de um browser, coloque o respetivo endereço de acesso. Insira o username e a password que configurou no passo 5. Dependendo do browser, o login pode falhar. Passo 9) De entre as possíveis, escolha uma das opções. Os scripts que criar irão aparecer aqui também, depois de colocados na pasta mencionada no inicio deste artigo. Passo 10) Neste exemplo, dada a ordem de encerramento, o utilizador recebe uma mensagem. Em tom de conclusão, verdade será dizer que, dependendo de cada situação, pode existir aqui uma possibilidade de poupança energética, diminuindo o valor da fatura relativa ao consumo de eletricidade. Por outro lado, e infelizmente, este utilitário peca por não utilizar HTTPS, podendo o login ser, eventualmente, capturado no momento da ligação. Nada que não se resolva com recurso a uma VPN segura.
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    Saiba se o seu PC está visível na rede

    Os sistemas operativos oferecem hoje vários recursos ao nível da segurança informática. No entanto, há algumas funcionalidades que é o utilizador quem decide como devem ficar configuradas. Uma dessas opções é quanto a máquina se liga a uma rede e o sistema pergunta qual o nível de segurança que deseja. Hoje mostramos como podem definir se o vosso PC fica visível ou não visível numa rede de dados. Quando uma máquina Windows se liga a uma rede, seja por cabo ou sem fios, o utilizador pode definir que esta passa a estar visível ou não para as outras máquinas. Para isso o sistema questiona o utilizador sobre qual o perfil que pretende aplicar: Domínio, Privado ou Publico. Como esconder a nossa máquina na rede? Quando uma máquina se liga a uma rede pública (ex: aeroporto ou café), o utilizador deve ativar o perfil “Rede pública”. Neste caso, por omissão, a nossa máquina deixa de estar visível na rede. É ainda possível desativar a partilha de ficheiros e impressoras. Acedendo à opção “Alterar definições de partilha avançadas” dentro do Centro de Rede e Partilha é possível alterar o perfil aplicado a cada rede. Outra das opções é indo através de Definições > Rede e Internet e depois selecionar Ethernet ou Wifi. Depois de selecionar a placa de rede o utilizador pode definir se quer tornar o PC detetável ou não. Sempre que o utilizador se encontre ligado a uma rede que desconhece e não faz a gestão da mesma é importante que desative a opção “Tornar este PC detetável”. Na rede de casa essa opção pode estar ativada, até porque pode dar jeito para partilhar ficheiros com outras máquinas ou aceder a impressoras em rede.
  16. O Windows 10 Mobile tem perdido, nos últimos anos, alguma relevância no mercado de telemóveis. Isto deve-se a vários fatores, especialmente à menor aposta por parte da Microsoft no seu sistema móvel e isto leva a uma menor oferta de equipamentos e a uma quebra na qualidade e variedade de aplicações na Loja. Contudo, o Windows 10 Mobile é um bom sistema operativo, bem elaborado e com algumas características únicas. Tentamos dar a conhecer algumas dicas aos nossos leitores para tirarem mais partido do seu telemóvel Windows e hoje explicamos como pode ativar a gravação de chamadas telefónicas, de forma nativa. Para poder ter acesso a esta funcionalidade, deverá ter um smartphone Microsoft Lumia da série x50 (950/950XL, 650 ou 550). A Microsoft decidiu que apenas estes equipamentos poderiam fazer uso desta capacidade. Para ativar a gravação de chamadas deverá aceder às Definições -> Sistema -> Telefone -> Aplicações predefinidas (selecionar “Escolher aplicações”) -> e na secção “A ligar“, deve escolher o “Gravador de Voz” como aplicação predefinida para a gravação de chamadas telefónicas. A partir deste momento, quando realizar uma chamada, constatará que tem um novo ícone. Para começar a gravar essa chamada deverá clicar no ícone. Será apresentado uma notificação onde o utilizador será alertado sobre as responsabilidades legais da gravação de chamadas telefónicas. Depois de efetuar a gravação de uma chamada poderá escuta-la na aplicação “Gravador de Voz“. Deverá selecionar no topo “Gravações de chamada” e depois é só escolher a chamada que pretende escutar. No reprodutor poderá também marcar um certo momento da chamada, clicando no ícone da bandeira; poderá cortar alguma parte da chamada, partilhar, eliminar, aceder à informação do contacto e “Abrir localização do ficheiro“, que estará alojado na memória interna do smartphone, numa pasta denominada “Recorded Calls“. Mas é permitido, do ponto de vista jurídico, a gravação de chamadas? A Comissão Nacional de Proteção de Dados determina que em apenas 3 situações é permitida a gravação de chamadas: em situações de emergência, em call centers e caso se trate de celebrar um contrato. Nestes 3 casos, a gravação deverá ser feita pelo prestador de serviços e não pelo cliente. Contudo, o cliente deverá ser expressamente informado, de forma clara e transparente, de que está a ser gravado. O prazo máximo fixado para a conservação dos dados e das gravações é de 90 dias. Poderá ter acesso a informações mais detalhadas sobre este assunto, consultando esta página. A própria CNPD tem disponível este documento onde esclarece a situação referente à gravação de chamadas.
  17. O Windows 10 é, sem dúvida, o sistema operativo mais otimizado que a Microsoft lançou até ao momento. A interface de configurações e o painel de controlo, conferem um vasto leque de definições que podem ser geridas de acordo com o que o utilizador pretende, como por exemplo, contas de utilizador, notificações, atualizações, programas instalados, etc. Como nem sempre queremos que os utilizadores acedam a esta zona de configurações, o Windows tem uma forma simples de a bloquear. Vamos ver como o podem fazer. Qualquer pessoa com acesso ao computador tem ao seu dispor o acesso pleno ao painel controlo do Windows, podendo modificar as suas configurações. O Windows 10 permite que o utilizador, através de uma simples alteração, restrinja o acesso a ambos. Existem dois métodos, vamos perceber como proceder em cada um. Método 1: Editor de Políticas de Grupo Local Pressione a tecla Windows em simultâneo com a tecla R. Digite gpedit.msc e clique em OK. Aceda a Configuração do utilizador > Modelos administrativos > Painel de Controlo Faça clique com o botão direito do rato em Proibir acesso ao Painel de Controlo e Definições do PC. Selecione a opção Ativado e aplique a alteração e clique em OK. Se estiver a utilizar a versão Windows 10 Home, não terá acesso ao Editor de Políticas de Grupo Local, apenas poderá realizar esta restrição com base no próximo método. Método 2: Editor de registo Nota: Antes de realizar qualquer alteração, é recomendável efetuar uma cópia de segurança do computador. Além disso, não faça alterações nos arquivos de registo que não conhece. Pressione a tecla Windows em simultâneo com a tecla R. Digite regedit e clique em OK. Procure por HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Policies\Explorer Com o botão direito do rato, em Novo, escolha a opção Valor DWORD (32-bit). Atribua o nome NoControlPanel e pressione Enter. Com duplo clique sobre a nova DWORD, altere Dados do valor para 1 e termine com OK. Feito isto, sempre que o painel de controlo for tentado aceder, será lançada uma mensagem a alertar o utilizador de que o acesso não é possível devido a restrições vigentes no computador, bem como a sugerir contacto com o administrador. No caso da interface de configurações, assim que executada, esta encerra de imediato. Importante será dizer que estas alterações são reversíveis, tenha em conta que o valor alterado no passo 6 do método 2 deve ser 0.
  18. São muitas e boas as pequenas melhorias e otimizações que a Microsoft colocou no Windows 10. Para além das grandes alterações, há pequenos pormenores que fazem a diferença. Uma dessas melhorias está na forma como este SO gere o hardware e como deteta a chegada de novos equipamentos. Hoje vamos mostrar como podem desligar, de forma automática, o touchpad sempre que ligarem um rato ao Windows 10. Cada vez mais os trackpads dos computadores portáteis são áreas de controlo destas máquinas. Já não se limita a controlar o rato, mas com a adição de gestos e combinação de movimentos podemos fazer muito mais. Há quem continue a preferir o rato, por razões óbvias, deixando o trackpad sem utilidade e até, muitas vezes, atrapalhando quem está a escrever. Mas é possível desligar o touchpad sempre que um rato é ligado ao Windows 10. Como desligar o touchpad de forma automática no Windows 10 O primeiro passo para terem esta opção ativada é acederem às Definições do Windows 10. Abram por isso o Menu Iniciar e escolham este ícone. De seguida procurem a opção Dispositivos (Devices) e escolham, na coluna da esquerda, o separador Touchpad. Das várias opções presentes, encontrem a que indica que têm o touchpad activo quando um rato está ligado. Para mudar este comportamento, e deixar de ter o touchpad sempre activo, só precisam de remover a seleção dessa caixa. De imediato o touchpad passa a ter um comportamento diferente sempre que um rato for ligado ao vosso computador. Aproveitem e revejam as configurações do vosso touchpad, melhorando a sua sensibilidade, vendo que gestos estão ativos ou como este se comporta quando estão a escrever. Este pequeno truque mostra a modularidade que o Windows 10 já tem e a forma simples como podem alterar o seu comportamento para se adaptar às necessidades dos utilizadores.
  19. A Internet hoje pode estar connosco em todo o lado graças às muitas redes Wi-Fi disponíveis e aos próprios dados móveis. O problema é quando não há Wi-Fi e o plano de dados já se esgotou ou simplesmente não há rede móvel na sua rede e o acesso à Internet é necessário. Qualquer smartphone Android pode ser “transformado” num ponto de acesso Wi-Fi para a partilha a Internet móvel com quem dela precisar. Veja como fazer, que cuidados deve ter e como poupar mais energia nessa partilha. Transforme o seu smartphone num ponto de acesso Wi-Fi Ao transformar o seu smartphone num ponto de acesso Wi-Fi está a criar a possibilidade de partilhar, com outros dispositivos, a sua Internet disponível através de dados móveis. Por exemplo, se tem o seu smartphone com dados e necessita de Internet num tablet, se o seu filho já esgotou o plano de dados e quer continuar a conversar com os amigos, se está com um amigo que lhe quer enviar algo mas não tem rede… são inúmeras as necessidades e circunstâncias em que a partilha de Internet pode ser útil. Para ativar esta opção deverá então, no seu Android, aceder às Definições (na roda dentada) e, em Redes sem fios e outras, escolher a opção Mais, seguido de Partilha de Internet. Estas instruções foram seguidas num Android considerado como “puro”. Dependendo da interface de utilizador do seu smartphone, poderão mudar ligeiramente, havendo também a hipótese de pesquisar nas Definições, onde poderá logo pesquisar por Partilha de Internet ou Ponto de Acesso. Em Partilha de Internet, escolha Ponto de acesso Wi-Fi e ative a opção. A partir daqui, qualquer pessoa com acesso à palavra-passe já poderá utilizar a sua Internet ligando-se a ela como se estivesse ligado a uma qualquer rede Wi-Fi. A segurança Nesta partilha de Internet é importante que tenha também definida uma palavra-passe para que saiba exatamente quem está a aceder e a utilizar os seus dados. Feito o processo acima, isso já acontece de forma automática, com uma palavra-passe pré-definida de fábrica. Assim, para poder aceder a esta palavra-passe, deverá escolher Configurar ponto de acesso Wi-Fi e clicar em Mostrar palavra-passe. Poderá ainda, no mesmo menu, alterar toda essa informação, nomeadamente o nome da rede, o tipo de segurança e a palavra-passe. Em alguns Android é possível ainda selecionar a largura de banda, se o seu dispositivo suportar a banda de 5 GHz, e ainda definir o números de dispositivos que se podem ligar simultaneamente ao seu ponto de acesso. Poupe energia enquanto partilha Se a partilha de Internet não requerer a utilização de um grande volume de dados, como por exemplo uma navegação por GPS, existe a possibilidade de partilhar Internet via Bluetooth, o que fará com que o consumo energético de ambos os dispositivos seja significativamente menor. No menu de Partilha de Internet irá então ter a opção Ligação Bluetooth que deverá ser ativada. Depois, só precisa que ambos os dispositivos estejam emparelhados por Bluetooth e que, no smartphone que faz de ponto de acesso, seja dada permissão para Acesso à internet ao respetivo smartphone. Há que acrescentar que esta opção poderá desativar automaticamente a sua ligação a uma rede Wi-Fi. Quando parar de partilhar Internet deverá novamente ativar o Wi-Fi, sob pena de gastar o seu plano de dados de forma desnecessária. E é claro, ao partilhar uma ligação Wi-Fi, os dispositivos que se ligam a essa rede vão “achar” que estão a utilizar uma rede doméstica, podendo abusar do tráfego e até instalar atualizações. Para que isso não aconteça, nas opções da rede Wi-Fi dos dispositivos que se ligam, deve ser ativada a opção Hotspot móvel ou Ligação com tráfego limitado (Android MIUI e Windows 10, respetivamente, como no exemplo acima). Esta opção poderá não existir em alguns sistemas.
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    Saiba como atribuir permissões a ficheiros

    Se é utilizador do sistema operativo da Microsoft certamente nunca ouviu falar ou se preocupou em definir/ver permissões de ficheiros e a diretórios. Tal como acontece no GNU/Linux (e em outros sistemas operativos), os ficheiros e diretórios têm sempre um dono e pertencem a um grupo, assim como têm associados um conjunto de permissões. Hoje vamos ver como podem definir permissões de um ficheiro e de um diretório no Windows. Porquê as permissões em ficheiros e diretórios? O objetivo é claro: segurança. Ao definir permissões num ficheiro ou diretório podemos indicar se esses elementos são de leitura, escrita, se podemos modificar um ficheiro, entre outras permissões. Como ver às permissões? Para aceder às permissões de um ficheiro ou diretório e saber a que grupos e utilizadores pertence basta carregar com o botão do lado direito do rato sobre um ficheiro ou diretório e depois escolher a opção Propriedades. Em seguida, escolham o separador Segurança e aí podem ver a que grupos ou utilizador o ficheiro ou diretório está associado, assim como as permissões para cada um. Como podem ver pela imagem seguinte, o utilizador PEDROPINTOCF3B, que pertence ao grupo Administradores, tem permissões totais para o objeto (que neste caso é um diretório) Pplware. Como alterar permissões? Para alterar permissões de um determinado ficheiro ou diretório, basta carregar em Avançadas. Dentro da interface é possível: Mudar o nome do proprietário do ficheiro ou diretório Alterar permissões Por exemplo, para definir uma nova permissão basta carregar em Adicionar e dentro da interface devemos escolher qual o utilizador, tipo de permissão (permitir ou recusar), se essa permissão se aplica também a subpastas e ficheiros e depois escolher as permissões básicas. Nota: É ainda possíveis definir permissões especiais que abordaremos em outro artigo. E basicamente é isto. É simples definir permissões para ficheiros e diretórios e assim garantir a melhor segurança, especialmente em máquinas que são usadas por mais do que um utilizador. Fica a dica!
  21. Para todos os utilizadores que têm de instalar diversas máquinas Windows, a tarefa repetitiva de efetuar uma instalação de raiz em cada equipamento pode, com o tempo, tornar-se entediante. O Windows permite que capturemos uma imagem de um ou mais discos e que a apliquemos em qualquer equipamento, quer manualmente quer por meio de sistemas centralizados, como o System Center Configuration Manager ou o Windows Deployment Services. Este processo tem alguns passos que iremos descrever ao longo de uma série de artigos. Em primeiro lugar veremos como preparar a nossa máquina de base, que chamaremos de maquete, para podermos exportar a sua imagem. Instalação do Windows 10 A instalação de um equipamento maquete é feita como qualquer instalação do Windows. É verdade que pode também ser feito através do modo Audit, mas neste caso iremos apenas usar o método habitual. Deveremos instalar o Windows 10 através da nossa PEN USB como habitualmente o fazemos. Instalaremos ainda o nosso software desejado como, por exemplo, um leitor PDF, Office, browsers, leitores de vídeo, entre outros, incluindo updates do Windows. Dependendo da forma como iremos depois instalar a nossa imagem poderemos, ou não, instalar drivers. Isso só deverá ser feito caso a maquete seja aplicada em computadores semelhantes. Mesmo sem a instalação de drivers, o Windows, durante o primeiro arranque, irá instalar os nossos dispositivos e a maioria funcionará sem problemas com os drivers que o Windows tem por omissão nos dias de hoje. Remover aplicações do Windows 10. Para quê? Após a nossa instalação, no caso do Windows 10, deveremos remover as aplicações que vêm no Windows 10 antes de preparar o nosso sistema. Porque fazemos isso? Sem este comando, a preparação e generalização da imagem darão alguns erros pela forma como as aplicações são instaladas e provisionadas para os diferentes utilizadores. Deixaremos a Store que permitirá depois instalar de novo as aplicações. Em caso de updates com mudança de versão, essas aplicações serão reinstaladas novamente. Para isso deveremos abrir uma consola de PowerShell em modo administrador: E deveremos correr o seguinte cmdlet PowerShell: Get-AppxPackage -AllUsers | where-object {$_.name –notlike "*store*"} | Remove-AppxPackage Teremos algumas mensagens de erro durante o processo, mas que serão normais e que, neste caso, poderemos ignorar. Sysprep do sistema Após correr este cmdlet poderemos então avançar com o Sysprep do nosso sistema. Instalações do sistema operativo Windows incluem muitos elementos únicos por instalação que precisam ser “generalizados” antes de capturar e implantar uma imagem de disco para vários computadores. Alguns desses elementos incluem: Nome do computador[2] Security Identifier (SID) Driver cache O Sysprep procura solucionar essas questões permitindo a geração de novos nomes de computadores, SIDs únicos e bancos de dados de cache de drivers personalizados durante o processo do Sysprep. Podemos aceder à ferramenta Sysprep na pasta: C:\Windows\System32\Sysprep Nessa pasta deveremos correr o seguinte ficheiro como administrador: De seguida deveremos escolher as seguintes opções: A opção OOBE fará com que o computador, no primeiro arranque e após a aplicação da imagem, entre no modo Out of the Box Experience, ou seja, os ecrãs iniciais de configuração base de um sistema Windows, conforme acontece numa instalação normal. A opção Shutdown é usada para que depois possamos capturar a imagem, ligando o PC e arrancando por uma pen USB especial que permitirá esta exportação. Ao fazer OK o processo de Sysprep irá arrancar e, seguindo estes passos, o mesmo deverá encerar o computador ao terminar. Em caso de erros poderemos ver os logs de sysprep na pasta C:\WIndows\System32\Sysprep\Panther e verificar os códigos de erro que aí são apresentados. Da minha experiência, os problemas normalmente são causados pelas aplicações Windows associadas à Windows Store. Essa situação fica assegurada correndo os cmdlets PowerShell que mencionámos anteriormente. Se não existirem erros estaremos prontos a capturar a imagem do nosso sistema maquete. No próximo artigo, veremos como criar a pen USB de boot com o Windows PE e capturar a nossa imagem.
  22. Como podemos efetuar o sysprep ao nosso sistema para que possamos usá-lo como maqueta a ser aplicada noutros equipamentos. Para podermos obter a imagem base da nossa máquina iremos usar o Windows PE. Para isso, será necessário criar um disco de boot Windows PE e arrancar o nosso equipamento com ele. Veremos como o fazer. Instalação do Windows ADK O Windows ADK trata-se de um conjunto de ferramentas da Microsoft que são usadas para customizar e provisionar imagens. Poderão fazer o download da última versão aqui. Depois de descarregarem o ficheiro de instalação, corram o mesmo para instalar o ADK. Na primeira janela iremos escolher a opção de instalar no nosso computador: Nas questões de privacidade poderemos escolher enviar informações, ou não, para a Microsoft. Escolhemos a opção desejado e clicamos em Next: Aceitamos o License Agreement que nos é apresentado: De seguida teremos diversas opções que poderemos instalar, mas para criar a nossa imagem Windows PE apenas precisaremos dos Deployment Tools e Windows Preinstallation Environment (Windows PE): Iniciamos a instalação e aguardamos até que a mesma termine. Criação do disco de arranque Windows PE Após a instalação do Windows ADK teremos as ferramentas necessárias para criar o nosso disco de boot Windows PE. Para isso, iremos abrir a ferramenta de linha de comandos Deployment and Imaging Tools Environment seguindo os passos: Pesquisar no Menu Iniciar pela pasta Windows Kits\Windows ADK, e abrir a linha de comandos “Deployment and Imaging Tools Environment” Nessa linha de comandos copiar os ficheiros x64 do boot disc para uma pasta (neste caso escolhemos C:\WinPEx64), com o comando: copype amd64 C:\WinPEx64 Após essa cópia poderemos criar um disco USB: MakeWinPEMedia /UFD C:\WinPEx64 X: , onde o X se refere à letra da PEN USB Ou poderemos criar um ficheiro ISO, para utilizar numa VM ou gravar num DVD: MakeWinPEMedia /ISO C:\WinPEx64 C:\WinPEx64\WinPEx64.iso Pessoalmente, crio sempre um ficheiro .ISO e se precisar de colocar o mesmo numa PEN USB utilizo o WinToBootic (ou semelhante) para criar a minha unidade externa de arranque, ficando sempre com o ISO disponível para utilizar em máquinas virtuais. Capturar a Imagem do computador Para capturar a imagem do Windows iremos efetuar o boot da nossa máquina de referência através no nosso disco do Windows PE. Após ser iniciado o Windows PE teremos à nossa disposição uma linha de comandos: Nessa linha de comando iremos correr o aplicativo DISM.exe – Deployment Image Servicing and Management Tool, que irá capturar a imagem do nosso PC de referência para o formato .WIM. Precisaremos de acesso a uma unidade local ou de rede para podermos salvar a nossa imagem WIM. Vejamos como o podemos fazer das duas formas. Ligação a uma pasta de rede No caso de uma VM como máquina de referência não teremos acesso a USBs no Hyper-V. Mas quer nesse caso, quer com um PC físico, poderemos salvar o nosso ficheiro .WIM para uma pasta de rede. Para isso, basta usar o comando net use para fornecer os dados de login na pasta desejada. Como exemplo, vamos dar acesso ao nosso computador, a um disco local com a letra E:. Para o acesso à rede iremos usar a partilha administrativa identificada por e$: net use \\IP.do.Computador\e$ /u:DOMINIO\USER * O /u: indica que queremos usar um outro utilizador neste acesso O * irá perguntar a nossa password sem que a mesma aparece visível Por exemplo: net use \\192.168.0.107\E$ /u:domain.local\fteles * Após esta execução, teremos acesso à pasta de rede desejada. Poderemos então passar à captura da imagem propriamente dita. Ligação a uma unidade local Para uma unidade local será mais fácil usar o diskpart para atribuir uma letra ao nosso disco já que no ambiente Windows PE as letras nem sempre serão as esperadas. Para isso basta correr os seguintes comandos: Numa linha de comandos, em modo administrador abrir o diskpart Listar os nossos discos com o comando list disk Selecionar o disco desejado com o comando select disk n, onde n é o nº do disco apresentado na tabela No final correr o comando assign letter=’X’, onde X será a letra (disponível) que selecionaremos. Para sair do diskpart usar o comando exit Assim saberemos atempadamente qual o disco que iremos usar como destino da imagem que iremos capturar. Comando para capturar a imagem Neste momento já estamos a postos para poder capturar a nossa imagem. O comando que deveremos correr será (usarei como exemplo salvar numa pasta de rede): DISM.exe /capture-image /ImageFile:\\192.168.0.107\e$\LABS\Windows81x64_LABS_2015.WIM /CaptureDir:D:\ /ScratchDir:\\192.168.0.107\C$\TEMP /Name:”Windows 8.1 x64 LABS 2015” /compress:fast /Verify Algumas notas sobre este commando: /CaptureDir: indica o disco a ser capturado. Neste caso, após o boot pelo DVD a letra será normalmente a 😧 /ScratchDir: diretoria temporária utilizada pelo DISM.exe. Ao mencionar esta diretoria evitamos o erro 80 do DISM, que ocorre quando deixa de existir espaço temporário. Ao indicar uma pasta com espaço suficiente não ocorre esse erro /compress: nível de compressão. Poderá ser maximum, fast ou none. No caso do maximum a imagem terá a compressão máxima, mas demorará mais tempo a ser capturada. Se for efetuar o deploy por rede aconselho o uso da compressão máxima. Depois de executar o comando basta aguardar pela captura da imagem de referência do nosso computador: Poderão encontrar mais informação sobre o comando DISM.EXE aqui. Captura Imagem – Partição SYSTEM Para que uma aplicação de imagem pelo DISM funcione corretamente será necessário capturar também a imagem da partição SYSTEM (isto se formos aplicar a imagem usando também o DISM.exe. No caso do System Center não seria necessário). Para isso seguimos estes passos, na linha de comandos do Windows PE: Iniciar o DISKPART Selecionar o disco desejado (normalmente será o disco 0, mas poderemos confirmar com o comando list disk) Listar as partições: list partition e selecionar a partição com aproximadamente 300 MBytes, pois será a de sistema com o comando select partition x (onde x é o nº da partição) Assignar a letra S: com o comando assign letter=”S” No final sair da aplicação DISKPART Neste caso apenas estivemos a assignar uma letra à partição SYSTEM para que a possamos capturar com o DISM.EXE. O comando para captura será: Dism /Capture-Image /ImageFile:F:\System.wim /CaptureDir:S:\ /Name:”System” Deveremos apenas selecionar o caminho correto para a localização do ImageFile, conforme as letras atribuídas a cada volume do nosso computador. E pronto neste momento já corremos todos os comandos necessários e no final teremos as imagens que poderemos aplicar nos nossos computadores. No próximo artigo iremos explicar como poderemos aplicar estas imagens usando também o disco de arranque do Windows PE e os comandos DISM.EXE.
  23. O DNS, tendo em conta a sua importância e funcionalidades, é normalmente considerado como o coração de uma rede de dados. Neste “mundo dos computadores” as máquinas são alcançáveis através de um endereço IP ou de um nome que depois é “traduzido” para o respetivo endereço IP através deste serviço de DNS. Sabia que o Google Chrome traz uma funcionalidade (escondida) que lhe permite limpar a Cache do DNS? Para que serve o DNS? Um dos serviços mais importante em qualquer rede de dados é o DNS (Domain Name System). Tal como o nome sugere, o DNS traduz nomes em endereços IP e vice-versa. Por exemplo, quando acedemos ao site www.google.com, o nosso sistema precisa de saber qual a máquina a contactar e pede ao servidor de DNS (que tem configurado) para que este lhe traduza o nome num endereço IP. Do lado do cliente o utilizador apenas tem de indicar qual o servidor de DNS a usar. Já do lado do servidor há um conjunto de parâmetros que temos de definir. O que é o DNS Cache? Na prática, o DNS Cache funciona como uma pequena base de dados que vai registando os sites (endereço e respetivo IP) que visitamos. Desta forma, quando pretendemos aceder a um determinado site por nome, se o browser tiver a informação relativamente ao endereço IP, a ação é mais rápida. No entanto, há situações em que existe uma alteração das informações do servidor (por exemplo, se um site muda para outro servidor e com isso o endereço IP associado também foi alterado). Nestas situações, a cache do DNS passa a estar errada mas o utilizador pode forçar a que a mesma seja eliminada. O que é o Flushing? O termo “Flushing” está normalmente associado à limpeza da cache (mais concretamente à eliminação dos dados mantidos na pequena base de dados). Depois dessa limpeza à cache, o sistema volta a criar uma cache com nova informação. Como limpar a cache do DNS no Chrome? Como referimos, o Chrome vem com uma funcionalidade escondida que permite facilmente fazer o flush da cache do DNS. Para acederem a essa funcionalidade basta colocar na barra de endereços o seguinte endereço: chrome://net-internals/#dns Aí dentro é possível ver várias informações relativamente ao DNS assim como o número de entradas ativas e também as expiradas. No nosso caso (aquando da elaboração deste artigo) o número de entradas ativas é de 70 e as expiradas é de 930. Para remover “o lixo” da cache, basta carregar em Clear host cache. A limpeza da cache é um processo que é realizado em segundos.
  24. A aproximação do Windows 10 ao universo Linux tem sido clara e materializa uma aposta que a Microsoft tomou há algum tempo. A presença da bash neste sistema foi o primeiro passo, mas onde se esperavam muitos mais. A mais recente versão de testes do Windows 10 traz uma novidade muito importante. O sistema operativo da Microsoft tem agora disponível um cliente SSH nativo para aceder remotamente a máquinas Linux. Esta novidade vai ser extremamente útil para todos os que fazem gestão de máquinas Linux, tendo por isso de usar clientes externos ao próprio Windows 10 para acesso via SSH. O processo para ter o cliente OpenSSH do Windows 10 ativo é simples e rápido. Importa ressalvar que por agora ainda está só presente na mais recente build de testes, que pode ser acedida por todos os que estão no programa Insiders. Em breve deverá ser alargada aos restantes utilizadores do Windows. Como instalar o cliente de SSH do Windows 10 O primeiro passo é o acesso às Definições do Windows 10, escolhendo de seguida a opção Aplicações. Ai dentro devem aceder a Aplicações e funcionalidades. Esta é a opção que está escolhida por omissão quando se acede a esta área das definições do Windows 10. De seguida devem carregar na opção Gerir funcionalidades opcionais, que está no início destas definições. Nesta zona da configuração vão ter acesso a todos as funcionalidades opcionais que têm já instaladas, bem como à possibilidade de adicionarem novas. É ai que devem aceder, carregando em Adicionar uma funcionalidade. A lista não deverá ser extensa, mas procurem pela opção OpenSSH Client (Beta). É neste extra que devem clicar e instalar. Basta que carreguem no botão Instalar para que o processo se inicie. Como podem também ver, este cliente ocupa muito pouco espaço no Windows, reclamando para si apenas 656KB de espaço total. Ao recuarem na janela, vão ver já o cliente OpenSSH a ser instalado. Deixem esse processo terminar, o que deverá demorar apenas alguns segundos. Após a instalação terminar, devem reiniciar o vosso PC, para que o cliente de SSH do Windows 10 passe a estar disponível. Como usar o cliente de SSH do Windows 10 Agora que têm o cliente de SSH instalado, é muito simples usarem-no. Basta que lancem uma janela de terminal, a bem conhecida “janela de DOS”, e que executem o comando ssh. Desta forma confirmam que o têm instalado e vêm as opções existentes. Dai para a frente, sempre que se quiserem ligar, só precisam de executar o comando ssh <utilizador>@<endereco_ip> para ligarem ao vosso servidor Linux remoto, seja ele um servidor, um Raspbery Pi ou um simples MacBook. Um exemplo de comando para ligar a um servidor é o seguinte: ssh psimoes@192.168.0.187. Podem também explorar as flags existentes e alterar o comando. A partir de agora podem deixar de lado o Putty e outras aplicações que usam no Windows 10 para se ligarem remotamente a máquinas Linux. Tudo é feito diretamente do DOS ou da PowerShell e sem qualquer complicação. Este é mais um excelente exemplo da forma como o Windows 10 e a Microsoft estão a abraçar o Linux, integrando nativamente as ferramentas necessárias e disponibilizando-as para todos.
  25. Uma das novidades anunciadas pelo governo português, no ano passado, foi a associação do telemóvel ao Cartão de Cidadão. Na prática, o cidadão passa a ter a possibilidade de se autenticar nos mais diversos serviços do Estado, usando para isso o seu telemóvel (deixando assim de ter várias passwords para o fazer). Para tal é necessário que tenha uma chave Chave Móvel Digital. Saiba como a pedir e usar. O que é a Chave Móvel Digital? A Chave Móvel Digital é um meio de autenticação que permite a associação de um número de telemóvel ao número de identificação civil (NIC) para um cidadão português e o número de passaporte para um cidadão estrangeiro residente em Portugal. Onde pedir a chave móvel? Além do cartão de cidadão, o utilizador pode ainda solicitar a sua chave móvel digital que permite a associação de um número de telemóvel e/ou e-mail ao número de identificação civil (NIC), para um cidadão português, e o número de passaporte para um cidadão estrangeiro residente em Portugal. O pedido da Chave Móvel Digital pode ser realizado por cidadãos de idade igual ou superior a 16 anos, que não se encontrem interditos ou inabilitados, online ou presencialmente: Online para cidadãos portadores de Cartão de Cidadão, leitor de cartões e código PIN de autenticação; Faça o seu pedido aqui. Presencialmente para cidadãos portugueses com cartão de identificação e cidadãos estrangeiros com passaporte, residentes em Portugal, num balcão de atendimento dos: Espaços Cidadão; Espaços Empresa. Chave móvel em menos de 5 minutos Para a elaboração deste artigo, o Pplware deslocou-se a uma loja do cidadão para proceder ao pedido da Chave Móvel Digital. Todo o processo é quase instantâneo e em menos de 5 minutos está tudo operacional. Quem se deslocar a uma loja do cidadão para solicitar a Chave Móvel Digital não se esqueça de levar o respetivo cartão de cidadão e também o smartphone. Durante o processo terá de indicar o número do seu smartphone para receber um código temporário e também aceitar as Políticas de privacidade associadas. Deverá também ter um endereço de e-mail para associar à Chave Móvel. Como usar? Usar a Chave Móvel para se autenticar é algo bastante simples. Para tal basta que aceda a um serviço do Governo (ex.https://autenticacao.gov.pt) e depois na página de autenticação escolha o separador “Chave Móvel Digital”. Em seguida é solicitado o número do smartphone e o respetivo PIN de autenticação. Para se autenticarem no serviço devem carregar em AUTENTICAR. No smartphone vão receber um código de segurança que devem usar para validar a autenticação. E, na prática, são apenas estes os passos necessários para se autenticar nos serviços do Estado recorrendo para isso à Chave Móvel Digital. Tendo tudo configurado corretamente, pode autenticar-se, por exemplo, no Portal das Finanças, no Portal da Saúde, no Portal da Segurança Social e também no Portal do IEFP. Pode também já usar a Chave Móvel Digital para tratar dos documentos do carro no Portal do IMTT.
  26. Como já referimos várias vezes, o Windows 10 é provavelmente o sistema operativo mais completo da atualidade. Além das milhares de “funcionalidades visíveis” que disponibiliza, é possível ainda fazer algumas alterações por via do poderoso registo do sistema. Podemos desbloquear funcionalidades, alterar aspetos ao nível do design, entre muitos outros “hacks”. Para quem se quiser aventurar, hoje deixamos 6 interessantes hacks que podem fazer ao Windows 10 via registo do sistema. #4 – Tornar a barra de tarefas mais transparente Gostava de tornar a barra de tarefas do Windows 10 ainda mais transparente? Apesar de não existir uma função que permita realizar essa alteração diretamente, podemos sempre recorrer ao registo do sistema. Para isso devem ir a HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Advanced Em seguida criem uma DWORD (32-bit) com o nome UseOLEDTaskbarTransparency e atribuam o valor 1. Depois de criada a chave é só reiniciar o sistema ou o Explorer e a barra de tarefas deverá aparecer com um nível de transparência maior que o habitual. #5 – Remover background do ecrã de Login Não gosta que lhe apareça um walpapper no ecrã de Login? Então remova-o. Para isso basta, no registo, ir a HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\System Criar uma DWORD (32-bit) com o nome DisableLogonBackgroundImage e por fim atribuir o valor 1. Antes de criar a chave o aspeto é o seguinte: Novo aspeto depois do “hack” aplicado: #6 – Adicionar app ao Menu de Contexto Carregando com o botão do lado direito do rato o utilizador tem acesso ao Menu de Contexto, um estilo de Menu de atalhos. Vamos, por exemplo, supor que querem criar um atalho para o Notepad nesse Menu. Para tal basta que sigam os seguintes passos: Ir a HKEY_CLASSES_ROOT\Directory\Background\shell Criar uma chave com o nome Notepad Dentro da chave Notepad criar uma outra chave com o nome command Por fim, na chave Predefinição da chave criada, deve inserir no parâmetro Dados do valor o executável da aplicação que neste caso é notepad.exe Como podem ver, agora já aparece o atalho para o Notepad no Menu de Contexto Estes são alguns dos hacks que podem experimentar no vosso Windows 10. Caso conheçam outros interessantes, partilhem connosco que teremos todo o gosto em os publicar.
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